Por MARY SCHULTZE MINHAS FOTOS ARTIGOS BUSCA
Durante os muitos anos de estudo da Bíblia, eu jamais conseguia entender o que Jesus quis dizer em sua declaração de Mateus 24:5: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos”. Mas, desde que eu comecei a ver esta passagem da Escritura se cumprindo na maior parte do mundo religioso, ela se tornou muito clara para mim. Jesus estava profetizando que os falsos profetas e os falsos movimentos religiosos iriam se desenvolver, usando o Seu Nome, pregando em Seu Nome e até mesmo confessando a fé em Seu Nome, porém servindo ao outro “Jesus”. Creio que Ele estava sugerindo que o engodo final seria pregado por homens e mulheres, que realmente afirmam: “Jesus é o Cristo”, usando apenas o Nome, mas não o verdadeiro Cristo.
O novo “Jesus” tem o mesmo nome e é pregado ou promovido com os mesmos versos Bíblia, mas sem qualquer reconhecimento da mensagem da cruz. A vida centrada na cruz, onde a carne é crucificada e o ego é negado, nada tem a ver com o florido Cristianismo de hoje, o qual parece mais extravagante do que Hollywood.
O Jesus da Bíblia, o Senhor ressuscitado, iria sofrer uma completa repulsa pela mídia mundial, pelos ímpios cantores gospel e por toda a fanfarra, que hoje formam o coração do mundo eclesiástico. Ele iria marchar contra os templos ímpios e suntuosos, para dali expulsar os falsos profetas, que pregam riqueza e prosperidade em o Seu Nome: Ele os chamaria “raça de víboras” e “hipócritas”. Eles iriam odiá-Lo, do mesmo modo como fizeram os fariseus do Seu tempo. Vejamos uma clara diferença entre o verdadeiro Filho de Deus e o novo ”Jesus” do engodo emergente:
O novo “Jesus” torna as pessoas ricas e famosas, provendo todas elas de extravagante estilo de vida. O Jesus crucificado mandou que negássemos a nós mesmos.
O novo “Jesus” diz: “Exalte-se!”. O Senhor Jesus diz: “Humilhe-se!”
O novo “Jesus” não respeita os mandamentos divinos. Não exige santidade de vida, tratando este assunto com repulsa. O Jesus da Bíblia ensina: “Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:4).
O novo ”Jesus” gosta de pessoas relapsas, de música barulhenta, cujas melodias foram copiadas dos beatles; de roupas imodestas, de crentes sem discernimento algum sobre o que é certo ou errado.
O Jesus histórico enche o coração humano de solene reverência e espantoso temor à simples menção do Seu Nome. Ele não aprova roupas indecentes, instilando no coração dos salvos um desejo de comparecer diante Dele em estado de pureza e santidade.
O novo ”Jesus” aprecia mulheres que imitem Jezabel, homens efeminados, pessoas que usam uma cruz ao pescoço como adorno, demonstrando que amam o novo ”Jesus”, porque vivem mergulhadas em grande confusão. Este é o novo cristianismo, no qual “Jesus” se tornou lânguido, superficial e efeminado.
O Eterno Filho de Deus é absolutamente másculo, autoritário e soberano. Nele não existe traço algum de feminilidade. Infelizmente, os quadros pintados por artistas (católicos) pervertidos apresentam um Jesus louro, de olhos azuis e rosto adocicado, que nada tem a ver com o Jesus da Galileia, tostado do sol, empoeirado e suado, usando alpargatas de couro cru. Tais quadros jamais deveriam ser pendurados nos lares cristãos, pois essas imagens e pinturas conduzem à idolatria do tipo cultivado pelos católicos ignorantes da Palavra de Deus e não típica de cristãos bíblicos. O mandamento do Senhor, conforme João 4:14 é: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.
O novo “Jesus” ama a música contemporânea, na qual o sangue vertido na cruz nunca é mencionado, mas o ufanismo, inclusive contra Satanás, ordenando que os cantores lhe esmaguem a cabeça, obviamente ignorando a passagem de Judas 9: “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda”. Para este novo ”Jesus” e seus seguidores, a cruz é uma peça obsoleta e os cânticos a ele dedicados mais parecem convites de alcova. E, muitas vezes, os amantes do novo “Jesus” apresentam coreografias, com garotas usando túnicas longas, que esvoaçam, despertando o desejo carnal dos espectadores. A música sacra é um jeito maravilhoso de adoração ao Senhor, enquanto a música contemporânea é vulgar e sensual, ferindo a beleza da santidade divina. Ao anunciar o nascimento de Jesus, os anjos cantaram, suavemente, desejando “paz na terra”. Hoje, os cantores gospel só fazem barulho.
Os pregadores do novo ”Jesus” têm cruzado fronteiras, descendo em muitos países, em possantes aviões a jato, “pois o seu ‘Jesus’ merece”. O novo Jesus precisou descer ao inferno, a fim de nascer de novo e completar a obra da salvação.
O Jesus da Bíblia renunciou a toda a Sua majestade divina, para vir à Terra, a fim de pregar o Evangelho do Reino e dar a Sua vida em favor de todos os homens. Ele foi crucificado, morreu e ressuscitou. Depois, subiu ao céu e se assentou à destra do Pai, onde está sempre intercedendo pelos cristãos, aguardando a hora do Seu regresso à Terra, a fim de salvar o Seu povo da fúria dos inimigos. Sua morte e ressurreição foram a derrota de Satanás, anulando o esperado “grand finale” das hostes infernais.
O novo “Jesus” almeja um reinado terreno, para dominar com autoridade, auxiliado pelos iludidos “Filhos Manifestos de Deus”. Ele não vai cultivar princípios morais, quando estiver governando, e os seus seguidores falam de guerras santas, de liquidar os inimigos e de outras coisas, as quais O verdadeiro Jesus jamais apoiaria. Quando Ele voltar, vai se assentar no Trono de Davi e julgar o mundo inteiro com justiça e equidade.
O novo “Jesus” gosta de se exibir e fará muitos sinais e prodígios de mentira, bem mais do que os falsos mestres estão realizando em suas cruzadas mundiais.
O Jesus da Bíblia descerá dos céus em glória, junto com os Seus anjos e santos, para salvar o Seu povo e julgar o mundo com justiça e equidade.
O novo “Jesus” será um ”anjo de luz”, o qual vai realizar coisas estupendas, a fim de enganar os seus “escravos”, e somente os conhecedores da profecia bíblica poderão discernir entre a verdade e o engodo. O Jesus da Bíblia é verdadeiro, santo, misericordioso e justo.
O novo “Jesus” ama as novas traduções (corrompidas) da Bíblia, as quais diluem as verdades fundamentais do Evangelho, pois ele odeia a verdade e se compraz no engodo. Seus mestres, como Benny Hinn, Kenneth Copeland e outros ensinam heresias tenebrosas. Copeland costuma afirmar: “Jesus disse: EU SOU. Pois, eu também posso dizer EU SOU”. Esses falsos mestres seguem, literalmente, a doutrina da serpente, no Jardim do Éden: “e sereis como Deus” (Gênesis 3:5).
O Senhor Jesus é o verbo encarnado, a Palavra escrita (no legítimo texto original) e Dele o apóstolo João diz o seguinte: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam”.
O novo “Jesus” se delicia em ter Maria como co-redentora. Maria tornou-se popular, depois de várias aparições programadas. Só não acreditamos que essas aparições sejam da Mãe de Jesus. Mais provavelmente, trata-se de um espírito enganador, que tem aparecido com o seu nome, a fim de aumentar a idolatria. Essa Maria manda “rezar” o rosário (enquanto o verdadeiro Jesus proíbe as repetições de palavras nas orações); ela promete salvar o mundo do extermínio e até apela aos dízimos, como fonte de bênçãos espirituais e materiais. Esta Maria é digna do seu filho, o novo “Jesus”, pois é ambiciosa, com vocação para banqueira.
E aí, novo “Jesus”, você vai encarar o Jesus verdadeiro ou vai se esconder sob as saias de sua mãe?
Mary Schultze, 29/04/2011 - www.maryschultze.com
Informações colhidas no texto The New Effeminate “Jesus”,
do Pr. Joseph Chambers
Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Jesus e os pobres: nenhuma semelhança com o socialismo
Julio Severo
Hoje a pobreza é quase tão comum quanto as doenças. Na época do ministério terreno de Jesus, essa realidade era muito mais forte. Nos Evangelhos, Jesus curava com muita freqüência, principalmente os pobres. Contudo, mesmo encontrando multidões de pobres diariamente, ele só os alimentou em duas ocasiões específicas, não porque simplesmente eles eram pobres, porém porque nessas ocasiões as multidões vieram ouvir o Evangelho cedo de manhã e permaneceram com ele três dias inteiros ouvindo o Evangelho. As multidões passaram tanto tempo ouvindo a Palavra de Deus dos lábios de Jesus que ficou muito tarde, quase de noite, no terceiro dia para voltarem e se alimentarem, pois o lugar em que estavam era deserto e distante, longe de casas e lugares onde poderiam encontrar alimento.
Não há a menor dúvida de que se os adeptos do Evangelho social estivessem no lugar de Jesus, eles alimentariam os pobres já no primeiro dia e todos os dias, ou então utilizariam a maior parte de seu tempo não para proclamar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus, mas para pressionar as autoridades para cobrarem mais impostos para ajudar os pobres.
O Evangelho social dos evangélicos progressistas (ou esquerdistas, petistas, comunistas, socialistas, adeptos da teologia da libertação ou qualquer outro rótulo que eles utilizem) é tão convidativo quanto a visitação de um anjo de luz trazendo um evangelho cheio de propostas interessantes para os pobres. Mas assim como nem tudo que reluz é ouro, nem tudo o que tem aparência angelical é de Deus.
Tal qual os evangélicos progressistas, a igreja primitiva tinha também uma preocupação obsessiva de ajudar todos os pobres da sociedade? A igreja primitiva tinha como principal missão pressionar o governo para “ajudar” todos os pobres? Não. A igreja primitiva não só não ajudava todos os pobres da sociedade, como também era extremamente seletiva na assistência aos pobres que estavam em seu meio.
Quando a nação de Israel estava passando por uma crise geral de fome, Paulo mobilizou as igrejas de outros países para ajudar — não os pobres em geral da nação de Israel, mas somente as igrejas, que também estavam passando necessidade. E mesmo nas igrejas, a ajuda não era dada a qualquer pessoa.
A ajuda de Paulo era distribuída dentro das igrejas judias. E qual era o padrão que Paulo utilizava para ajudar quem era da igreja? Uma boa pista de como Paulo e as igrejas procediam na assistência aos pobres encontra-se no texto em que Paulo trata da questão das viúvas pobres nas igrejas. De acordo com Paulo, essas viúvas pobres só poderiam receber assistência material da igreja se tivessem demonstrado bom testemunho durante sua vida. Paulo recomenda a Timóteo, um dos pastores sob sua liderança:
“Cuide das viúvas que não tenham ninguém para ajudá-las. Mas, se alguma viúva tem filhos ou netos, são eles que devem primeiro aprender a cumprir os seus deveres religiosos, cuidando da sua própria família. Assim eles pagarão o que receberam dos seus pais e avós, pois Deus gosta disso. A verdadeira viúva, aquela que não tem ninguém para cuidar dela, põe a sua esperança em Deus e ora, de dia e de noite, pedindo a ajuda dele. Porém a viúva que se entrega ao prazer está morta em vida. Timóteo, mande que as viúvas façam o que eu aconselho para que ninguém possa culpá-las de nada. Porém aquele que não cuida dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não crêem. Coloque na lista das viúvas somente a que tiver mais de sessenta anos e que tiver casado uma vez só. Ela deve ser conhecida como uma mulher que sempre praticou boas ações, criou bem os filhos, hospedou pessoas na sua casa, prestou serviços humildes aos que pertencem ao povo de Deus, ajudou os necessitados, enfim, fez todo tipo de coisas boas.” (1 Timóteo 5:3-10 NTLH, o destaque é meu.)
Contudo, os evangélicos progressistas têm ambições muito mais elevadas para “ajudar” as viúvas e outros necessitados. Eles não querem simplesmente que as igrejas ajudem todos os pobres. Eles querem que o governo faça isso. Na proposta deles, os nossos recursos, através de impostos, seriam redistribuídos pelo governo para atender às necessidades dos pobres, quer esses necessitados mereçam ou não. Se não é justo quem trabalhou não receber o que merece, também não é justo o imposto do trabalhador se escoar na assistência a pobres que vivem na imoralidade ou outros tipos de perversão. Afinal, ao contrário das pregações “proféticas” dos progressistas, a corrupção, o mal, a imoralidade e a perversão não são qualidades exclusivas dos ricos.
A Bíblia é bem clara que todos são pecadores: ricos e pobres, pretos e brancos, etc. A Bíblia também é bem clara na orientação para a igreja de quem dos necessitados merece a assistência da igreja. A igreja tem o chamado de ajudar, sob a direção da Palavra de Deus, e tem o chamado igual de fazer uma triagem de quem merece e não merece ajuda. Só os pobres moralmente aptos são qualificados. Tal norma não era legalismo, mas medida prudente. Seu autor, o apóstolo Paulo, era um ardente combatente contra o legalismo, sempre condenando-o. Assim, quem tentasse julgar essa triagem necessária como legalismo estaria apenas fazendo julgamento precipitado e cruel da preciosa direção de Paulo à igreja em suas responsabilidades para com os necessitados.
Precisamos então aprender com Jesus a ter como principal preocupação levar os Evangelho aos pobres. E precisamos aprender com Paulo a ajudar os pobres com amor e prudência. É claro que essa tarefa só pode ser melhor realizada pela igreja. Por mais boa vontade que o governo tenha em cumprir tudo o que os progressistas desejam, a fria máquina governamental jamais saberia aplicar os princípios bíblicos, pois não pode substituir nem a Deus nem a igreja, embora lute incansavelmente para ocupar ambas as posições.
Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia).
Hoje a pobreza é quase tão comum quanto as doenças. Na época do ministério terreno de Jesus, essa realidade era muito mais forte. Nos Evangelhos, Jesus curava com muita freqüência, principalmente os pobres. Contudo, mesmo encontrando multidões de pobres diariamente, ele só os alimentou em duas ocasiões específicas, não porque simplesmente eles eram pobres, porém porque nessas ocasiões as multidões vieram ouvir o Evangelho cedo de manhã e permaneceram com ele três dias inteiros ouvindo o Evangelho. As multidões passaram tanto tempo ouvindo a Palavra de Deus dos lábios de Jesus que ficou muito tarde, quase de noite, no terceiro dia para voltarem e se alimentarem, pois o lugar em que estavam era deserto e distante, longe de casas e lugares onde poderiam encontrar alimento.
Não há a menor dúvida de que se os adeptos do Evangelho social estivessem no lugar de Jesus, eles alimentariam os pobres já no primeiro dia e todos os dias, ou então utilizariam a maior parte de seu tempo não para proclamar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus, mas para pressionar as autoridades para cobrarem mais impostos para ajudar os pobres.
O Evangelho social dos evangélicos progressistas (ou esquerdistas, petistas, comunistas, socialistas, adeptos da teologia da libertação ou qualquer outro rótulo que eles utilizem) é tão convidativo quanto a visitação de um anjo de luz trazendo um evangelho cheio de propostas interessantes para os pobres. Mas assim como nem tudo que reluz é ouro, nem tudo o que tem aparência angelical é de Deus.
Tal qual os evangélicos progressistas, a igreja primitiva tinha também uma preocupação obsessiva de ajudar todos os pobres da sociedade? A igreja primitiva tinha como principal missão pressionar o governo para “ajudar” todos os pobres? Não. A igreja primitiva não só não ajudava todos os pobres da sociedade, como também era extremamente seletiva na assistência aos pobres que estavam em seu meio.
Quando a nação de Israel estava passando por uma crise geral de fome, Paulo mobilizou as igrejas de outros países para ajudar — não os pobres em geral da nação de Israel, mas somente as igrejas, que também estavam passando necessidade. E mesmo nas igrejas, a ajuda não era dada a qualquer pessoa.
A ajuda de Paulo era distribuída dentro das igrejas judias. E qual era o padrão que Paulo utilizava para ajudar quem era da igreja? Uma boa pista de como Paulo e as igrejas procediam na assistência aos pobres encontra-se no texto em que Paulo trata da questão das viúvas pobres nas igrejas. De acordo com Paulo, essas viúvas pobres só poderiam receber assistência material da igreja se tivessem demonstrado bom testemunho durante sua vida. Paulo recomenda a Timóteo, um dos pastores sob sua liderança:
“Cuide das viúvas que não tenham ninguém para ajudá-las. Mas, se alguma viúva tem filhos ou netos, são eles que devem primeiro aprender a cumprir os seus deveres religiosos, cuidando da sua própria família. Assim eles pagarão o que receberam dos seus pais e avós, pois Deus gosta disso. A verdadeira viúva, aquela que não tem ninguém para cuidar dela, põe a sua esperança em Deus e ora, de dia e de noite, pedindo a ajuda dele. Porém a viúva que se entrega ao prazer está morta em vida. Timóteo, mande que as viúvas façam o que eu aconselho para que ninguém possa culpá-las de nada. Porém aquele que não cuida dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não crêem. Coloque na lista das viúvas somente a que tiver mais de sessenta anos e que tiver casado uma vez só. Ela deve ser conhecida como uma mulher que sempre praticou boas ações, criou bem os filhos, hospedou pessoas na sua casa, prestou serviços humildes aos que pertencem ao povo de Deus, ajudou os necessitados, enfim, fez todo tipo de coisas boas.” (1 Timóteo 5:3-10 NTLH, o destaque é meu.)
Contudo, os evangélicos progressistas têm ambições muito mais elevadas para “ajudar” as viúvas e outros necessitados. Eles não querem simplesmente que as igrejas ajudem todos os pobres. Eles querem que o governo faça isso. Na proposta deles, os nossos recursos, através de impostos, seriam redistribuídos pelo governo para atender às necessidades dos pobres, quer esses necessitados mereçam ou não. Se não é justo quem trabalhou não receber o que merece, também não é justo o imposto do trabalhador se escoar na assistência a pobres que vivem na imoralidade ou outros tipos de perversão. Afinal, ao contrário das pregações “proféticas” dos progressistas, a corrupção, o mal, a imoralidade e a perversão não são qualidades exclusivas dos ricos.
A Bíblia é bem clara que todos são pecadores: ricos e pobres, pretos e brancos, etc. A Bíblia também é bem clara na orientação para a igreja de quem dos necessitados merece a assistência da igreja. A igreja tem o chamado de ajudar, sob a direção da Palavra de Deus, e tem o chamado igual de fazer uma triagem de quem merece e não merece ajuda. Só os pobres moralmente aptos são qualificados. Tal norma não era legalismo, mas medida prudente. Seu autor, o apóstolo Paulo, era um ardente combatente contra o legalismo, sempre condenando-o. Assim, quem tentasse julgar essa triagem necessária como legalismo estaria apenas fazendo julgamento precipitado e cruel da preciosa direção de Paulo à igreja em suas responsabilidades para com os necessitados.
Precisamos então aprender com Jesus a ter como principal preocupação levar os Evangelho aos pobres. E precisamos aprender com Paulo a ajudar os pobres com amor e prudência. É claro que essa tarefa só pode ser melhor realizada pela igreja. Por mais boa vontade que o governo tenha em cumprir tudo o que os progressistas desejam, a fria máquina governamental jamais saberia aplicar os princípios bíblicos, pois não pode substituir nem a Deus nem a igreja, embora lute incansavelmente para ocupar ambas as posições.
Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia).
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Para Meditação
“[Os pastores e os anjos]Naquela noite, encontravam-se nos campos fora da vila alguns pastores que guardavam os seus rebanhos. Eis que de súbito apareceu entre eles um anjo, e o campo ficou iluminado com a glória do Senhor. Sentiram muito medo, mas o anjo sossegou-os: Não tenham medo; trago-vos a notícia mais feliz e que se destina a toda a gente! Esta noite, em Belém, a cidade de David, nasceu o Salvador - sim, o Cristo, o Senhor.” http://sacerdocioperene.blogspot.com/
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
#9 Você não conhece nem metade - Evangelho de Mateus 5:17-26
Cristo é o Cordeiro de Deus.
1. Algum amigo discorda do fato de Cristo ser retratado como Cordeiro de Deus?
2. Qual o significado da palavra Cordeiro no Antigo Testamento? Quem se habilita a me explicar?
1. Algum amigo discorda do fato de Cristo ser retratado como Cordeiro de Deus?
2. Qual o significado da palavra Cordeiro no Antigo Testamento? Quem se habilita a me explicar?
Assinar:
Postagens (Atom)