Seria muito bom que nos preocupássemos com os queridos pais, mães, maridos, esposas, vovós e vovôs. E com os amigos que são idosos.
Leia, é pequeno, importante e sério. Só estou repassando porque pesquisei no CRM e o médico realmente faz parte do conselho.
CONFUSÃO MENTAL DOS IDOSO
Principal causa da confusão mental no idoso, por Arnaldo Lichtenstein, médico*
Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental? *
Alguns arriscam:
"Tumor na cabeça". Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer"
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos "batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira. Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas:
1 - O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".
(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Os 7 Ensinamentos da FAMÍLIA CORLEONE para obter sucesso nos negócios! p...
Ótimo vídeo sobre os principais ensinamentos que foram passados na clássica trilogia O PODEROSO CHEFÃO! Criado e editado por Márisson Fraga, o vídeo é totalmente indicado para quem quer obter sucesso em sua vida profissional ou até mesmo para quem gosta do filme que, com o enredo envolvente e estratégico, consegue prender a atenção do início ao fim! Pode ser visto ainda como uma bela homenagem de um fã indondicional.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Assim é uma Delegacia no Brasil?
por Marcela Mattos, no blog Papo de Homem
“Como você consegue, Mamá? Você é tão meiga…”
Para falar a verdade, nem eu sei como consigo. Apenas faço o meu trabalho. E sim, nesse tempo já vi de tudo – ou quase. Às vezes surgem umas histórias verdadeiramente bizarras.
E foi em um lugar onde eu deveria estar segura que eu senti medo. Medo mesmo. Suei frio, tremi e gaguejei. Não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, e não tinha para onde correr.
A história, basicamente, foi a seguinte. Um senhor de 62 anos foi assassinado por dever mais de mil reais a uma boca de fumo, e morreu no dia em que foi buscar do crack, apesar da dívida. Revoltados, os traficantes decidiram eliminá-lo. Levaram o senhor para uma estrada, mandaram-no descer do carro e correr. Lá, foi baleado com pelo menos três tiros. Os assassinos voltaram dirigindo o carro dele e foram abordados por policiais quando estavam quase chegando em casa.
Sabendo disso, lá fui eu conversar com o delegado para saber o que havia ocorrido e fotografar o acusado. Segundo o delegado, inicialmente só conseguiram prender um dos suspeitos, de 16 anos. E, depois de uma sabatina, ele teria dedurado os outros dois, dos quais um foi logo encontrado e preso.
Questionei se as informações do jovem eram o suficiente para prender alguém, já que não havia provas concretas. O doutor me garantiu que sim, já que as informações do menor batiam com as da perícia. “Então tá. Cadê ele, posso fotografar?” Eu não imaginava que o pior estava por vir.
Na sala, apenas eu, o delegado, um PM e o preso.
- Você pode virar de costas, por favor? – pedi para o acusado.
- Ô jornalista, não precisa ser educada com ele não – retrucou o delegado.
E aí o clima esquentou.
- Quer ver? Fala pra ela se você apanhou nessa delegacia! – disse o Dr., em voz alta.
- …
- Fala pra ela! Você apanhou muito ou pouco nessa delegacia? – gritou, dessa vez.
- Foi… foi muito, doutor. – respondeu o preso.
- Então agora você vai apanhar mais – avançou o delegado.
Ninguém viu, ninguém ouviu... logo, nada aconteceu. Certo?
Eu não estava acreditando que aquilo estava acontecendo. Sei que o cara errou, mas eu não queria e não merecia vê-lo apanhando. Comecei a tremer, a suar. Não sabia o que fazer. Com a mão do delegado a poucos centímetros do rosto do preso, eu gritei.
- Não faz isso!, com o meu bloquinho em frente ao rosto.
O delegado parou e começou a rir. Não tive coragem de olhar para o preso. Me sentia tão humilhada quanto ele. Fui embora rapidamente e no caminho do jornal xinguei o delegado de todos os nomes.
Escrevi a matéria, passei as fotos e fui embora. Era uma sexta-feira e fui direto para uma festa. Assim que estacionei, meu celular tocou. O número era da delegacia. Atendi desconfiada.
- Oi, Marcela, é o Dr. Fulano (prefiro não dizer o nome por aqui). Olha, você tem uma boca, hein?! Depois que você foi embora, parei para pensar se o adolescente tinha falado a verdade e fui pressioná-lo. Aquele cara que eu apresentei não é o acusado não, tá?
Demorei um tempo para responder. Eu não estava acreditando.
- Tudo bem, doutor. Vou avisar para a minha chefe. Obrigada.
Liguei para a chefe e fiz as devidas correções.
Na matéria iria sair o nome e a foto de quem não tinha culpa de nada, e ainda, para piorar, tinha apanhado por nada.
O pior do jornalismo é que dependemos das informações dos outros para escrever uma matéria. Nós não vemos o que aconteceu, apenas ouvimos falar. Infelizmente, esse é o nosso trabalho. Mas pior ainda é ter que aceitar de boca fechada situações tão revoltantes como a que essa pessoa, que agora largou as delegacias para representar o povo como deputado, me fez passar.
“Como você consegue, Mamá? Você é tão meiga…”
Para falar a verdade, nem eu sei como consigo. Apenas faço o meu trabalho. E sim, nesse tempo já vi de tudo – ou quase. Às vezes surgem umas histórias verdadeiramente bizarras.
E foi em um lugar onde eu deveria estar segura que eu senti medo. Medo mesmo. Suei frio, tremi e gaguejei. Não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, e não tinha para onde correr.
A história, basicamente, foi a seguinte. Um senhor de 62 anos foi assassinado por dever mais de mil reais a uma boca de fumo, e morreu no dia em que foi buscar do crack, apesar da dívida. Revoltados, os traficantes decidiram eliminá-lo. Levaram o senhor para uma estrada, mandaram-no descer do carro e correr. Lá, foi baleado com pelo menos três tiros. Os assassinos voltaram dirigindo o carro dele e foram abordados por policiais quando estavam quase chegando em casa.
Sabendo disso, lá fui eu conversar com o delegado para saber o que havia ocorrido e fotografar o acusado. Segundo o delegado, inicialmente só conseguiram prender um dos suspeitos, de 16 anos. E, depois de uma sabatina, ele teria dedurado os outros dois, dos quais um foi logo encontrado e preso.
Questionei se as informações do jovem eram o suficiente para prender alguém, já que não havia provas concretas. O doutor me garantiu que sim, já que as informações do menor batiam com as da perícia. “Então tá. Cadê ele, posso fotografar?” Eu não imaginava que o pior estava por vir.
Na sala, apenas eu, o delegado, um PM e o preso.
- Você pode virar de costas, por favor? – pedi para o acusado.
- Ô jornalista, não precisa ser educada com ele não – retrucou o delegado.
E aí o clima esquentou.
- Quer ver? Fala pra ela se você apanhou nessa delegacia! – disse o Dr., em voz alta.
- …
- Fala pra ela! Você apanhou muito ou pouco nessa delegacia? – gritou, dessa vez.
- Foi… foi muito, doutor. – respondeu o preso.
- Então agora você vai apanhar mais – avançou o delegado.
Ninguém viu, ninguém ouviu... logo, nada aconteceu. Certo?
Eu não estava acreditando que aquilo estava acontecendo. Sei que o cara errou, mas eu não queria e não merecia vê-lo apanhando. Comecei a tremer, a suar. Não sabia o que fazer. Com a mão do delegado a poucos centímetros do rosto do preso, eu gritei.
- Não faz isso!, com o meu bloquinho em frente ao rosto.
O delegado parou e começou a rir. Não tive coragem de olhar para o preso. Me sentia tão humilhada quanto ele. Fui embora rapidamente e no caminho do jornal xinguei o delegado de todos os nomes.
Escrevi a matéria, passei as fotos e fui embora. Era uma sexta-feira e fui direto para uma festa. Assim que estacionei, meu celular tocou. O número era da delegacia. Atendi desconfiada.
- Oi, Marcela, é o Dr. Fulano (prefiro não dizer o nome por aqui). Olha, você tem uma boca, hein?! Depois que você foi embora, parei para pensar se o adolescente tinha falado a verdade e fui pressioná-lo. Aquele cara que eu apresentei não é o acusado não, tá?
Demorei um tempo para responder. Eu não estava acreditando.
- Tudo bem, doutor. Vou avisar para a minha chefe. Obrigada.
Liguei para a chefe e fiz as devidas correções.
Na matéria iria sair o nome e a foto de quem não tinha culpa de nada, e ainda, para piorar, tinha apanhado por nada.
O pior do jornalismo é que dependemos das informações dos outros para escrever uma matéria. Nós não vemos o que aconteceu, apenas ouvimos falar. Infelizmente, esse é o nosso trabalho. Mas pior ainda é ter que aceitar de boca fechada situações tão revoltantes como a que essa pessoa, que agora largou as delegacias para representar o povo como deputado, me fez passar.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
VOCÊ QUER UM FUTURO MELHOR PARA NOSSAS CRIANÇAS E PARA O NOSSO BRASIL REPASSEM ESSE TEXTO
Silvino Geremia é empresário em São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul.
Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME:
"Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei ..
Vocês não acreditam?
Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.
Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá.
Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo.
Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.
Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto.
Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.
Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários?
Eu honestamente acho que não.
Por isso recorri à Justiça.
Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado.
Estou revoltado.
Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes.
O Estado brasileiro está completamente falido.
Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico.
A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado.
E quem é o Estado?
Somos todos nós.
Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.
Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado.
Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz.
Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar..
Não temos mais tempo a perder.
As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas.
A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.
Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz.
E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.
Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo.
Somente consequi completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica.
Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.
Eu precisava fazer minha empresa crescer.
Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar.
Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo.
A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.
O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais.
Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe.
Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.
Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer...
E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade.
O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia.
No mínimo, ele trabalhará mais feliz.
Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz.
Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.
Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes.
Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas ..
Mas infelizmente não consigo fazer isso.
Eu sou um teimoso.
No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta.
Quem vai fazer no seu lugar?
Até agora, tem sido a iniciativa privada.
Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.
As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais.
Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários.
Não é o meu objetivo.
Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso:
as pessoas.
Eu sou mesmo teimoso!...
Não tem jeito...
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos ficaram tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama..."
O salário de 344 professores que ensinam é igual ao de 1 parlamentar que rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
ISSO É... UMA VERGONHA!!!!!!
Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME:
"Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei ..
Vocês não acreditam?
Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.
Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá.
Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo.
Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.
Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto.
Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.
Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários?
Eu honestamente acho que não.
Por isso recorri à Justiça.
Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado.
Estou revoltado.
Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes.
O Estado brasileiro está completamente falido.
Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico.
A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado.
E quem é o Estado?
Somos todos nós.
Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.
Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado.
Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz.
Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar..
Não temos mais tempo a perder.
As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas.
A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.
Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz.
E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.
Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo.
Somente consequi completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica.
Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.
Eu precisava fazer minha empresa crescer.
Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar.
Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo.
A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.
O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais.
Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe.
Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.
Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer...
E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade.
O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia.
No mínimo, ele trabalhará mais feliz.
Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz.
Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.
Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes.
Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas ..
Mas infelizmente não consigo fazer isso.
Eu sou um teimoso.
No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta.
Quem vai fazer no seu lugar?
Até agora, tem sido a iniciativa privada.
Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.
As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais.
Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários.
Não é o meu objetivo.
Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso:
as pessoas.
Eu sou mesmo teimoso!...
Não tem jeito...
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"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos ficaram tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama..."
O salário de 344 professores que ensinam é igual ao de 1 parlamentar que rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
ISSO É... UMA VERGONHA!!!!!!
domingo, 5 de junho de 2011
aperfeiçoamento do chamado golpe do falso sequestro
Circula na internet um aviso sobre o aperfeiçoamento do chamado golpe do falso sequestro
Ênio Ferreira Andrade, Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa
O nível de conhecimento dos criminosos está aumentando. E o famoso golpe do falso seqüestro já ganhou uma versão muito mais avançada. Por isso, a Polícia está instruindo as pessoas a não responderem nenhuma entrevista ou pesquisa nas ruas, nem fornecer informações curriculares a não ser diretamente para empresas.
Outras dicas: não coloque curriculum em sites da internet e nunca desligue os celulares. Coloque-os na posição “silencioso”. Em caso de cinemas, coloque-o também para que simplesmente acenda a luz. Assim saberão se algum parente está ligando…
O novo golpe funciona assim: próximo às entradas dos cinemas, um falso pesquisador faz uma suposta entrevista com os jovens sobre algo interessante, como um novo filme a ser lançado, quais os artistas preferidos, preço dos ingressos etc.
Depois, alegando participação em um “sorteio”, pegam então o nome, telefone celular, fixo e residencial, endereço, nome dos pais. Discretamente, o pesquisador também anota algumas características como as roupas, cor do cabelo etc. E em seguida pedem para não esquecer de desligar o telefone celular e não incomodar outras pessoas no interior do cinema durante a exibição do filme.
Assim, têm duas horas para aplicar o golpe do seqüestro. Depois que as pessoas entram no cinema, eles ligam para o “entrevistado”, para ver se o celular está mesmo desligado. Então telefonam para a casa da pessoa. O bandido diz o nome completo do falso sequestrado, as características físicas, como cabelo, estatura, roupas. E diz ainda: “Ligue para seu filho, se acha que estou mentindo. O número dele é este, mas na briga para sequestrar seu filho, o celular caiu e quebrou”.
A família liga e o telefone não atende. Está armado o golpe. E o resgate é logo pago, da forma que os criminosos exigem.
Ênio Ferreira Andrade, Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa
O nível de conhecimento dos criminosos está aumentando. E o famoso golpe do falso seqüestro já ganhou uma versão muito mais avançada. Por isso, a Polícia está instruindo as pessoas a não responderem nenhuma entrevista ou pesquisa nas ruas, nem fornecer informações curriculares a não ser diretamente para empresas.
Outras dicas: não coloque curriculum em sites da internet e nunca desligue os celulares. Coloque-os na posição “silencioso”. Em caso de cinemas, coloque-o também para que simplesmente acenda a luz. Assim saberão se algum parente está ligando…
O novo golpe funciona assim: próximo às entradas dos cinemas, um falso pesquisador faz uma suposta entrevista com os jovens sobre algo interessante, como um novo filme a ser lançado, quais os artistas preferidos, preço dos ingressos etc.
Depois, alegando participação em um “sorteio”, pegam então o nome, telefone celular, fixo e residencial, endereço, nome dos pais. Discretamente, o pesquisador também anota algumas características como as roupas, cor do cabelo etc. E em seguida pedem para não esquecer de desligar o telefone celular e não incomodar outras pessoas no interior do cinema durante a exibição do filme.
Assim, têm duas horas para aplicar o golpe do seqüestro. Depois que as pessoas entram no cinema, eles ligam para o “entrevistado”, para ver se o celular está mesmo desligado. Então telefonam para a casa da pessoa. O bandido diz o nome completo do falso sequestrado, as características físicas, como cabelo, estatura, roupas. E diz ainda: “Ligue para seu filho, se acha que estou mentindo. O número dele é este, mas na briga para sequestrar seu filho, o celular caiu e quebrou”.
A família liga e o telefone não atende. Está armado o golpe. E o resgate é logo pago, da forma que os criminosos exigem.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil
JULIO SEVERO | 24 NOVEMBRO 2010
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como "homofóbico" até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público.
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: "A vítima era gay?"
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: "Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos".
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum - estupro, esquartejamento e assassinato de um menino - não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos - ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples "ofensa" contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de "direitos humanos", onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como "homofóbico" até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca "daquilo".
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: "Mas como é que nunca ouvi falar disso?" Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do "show". É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que "a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay".
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: "São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência". (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de "homofóbica"?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como "homocausto" (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das "vítimas de primeira classe"?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional - se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A "causa" do crime é a "homofobia" e ponto final. Cada caso de "homofobia" se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A "causa" do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada "orientação sexual".
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, temdescaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam - e com muita justiça - presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revistaVeja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.
Versão em inglês deste artigo: Homolatry: VIP victims in the pervasive violence in Brazil
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como "homofóbico" até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público.
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: "A vítima era gay?"
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: "Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos".
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum - estupro, esquartejamento e assassinato de um menino - não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos - ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples "ofensa" contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de "direitos humanos", onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como "homofóbico" até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca "daquilo".
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: "Mas como é que nunca ouvi falar disso?" Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do "show". É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que "a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay".
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: "São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência". (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de "homofóbica"?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como "homocausto" (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das "vítimas de primeira classe"?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional - se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A "causa" do crime é a "homofobia" e ponto final. Cada caso de "homofobia" se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A "causa" do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada "orientação sexual".
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, temdescaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam - e com muita justiça - presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revistaVeja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.
Versão em inglês deste artigo: Homolatry: VIP victims in the pervasive violence in Brazil
sábado, 20 de novembro de 2010
PESSOAL, PASSANDO RAPIDINHO PARA UM RECADO IMPORTANTE
Por favor, leiam, assinem e repassem.
Estamos passando por aqui para UMA DENÚNCIA.
Está sendo "armado" na surdina o maior
palanque eletrônico do mundo, com 10 minutos
por semana, nas emissoras de televisão e rádio do
país, para que o senhor LULA DA SILVA possa
fazer a sua campanha até 2014.
É o projeto de lei 6257/09 que concede esse tempo
aos sindicatos e a conta quem paga somos nós.
Criamos uma Petição Eletrônica para ser enviada
aos Deputados e Senadores.
Assine e ajude a divulgar:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3981
Selo disponível no:
http://lucioneto.blogspot.com/
Obrigado.
Lúcio Neto.....
Estamos passando por aqui para UMA DENÚNCIA.
Está sendo "armado" na surdina o maior
palanque eletrônico do mundo, com 10 minutos
por semana, nas emissoras de televisão e rádio do
país, para que o senhor LULA DA SILVA possa
fazer a sua campanha até 2014.
É o projeto de lei 6257/09 que concede esse tempo
aos sindicatos e a conta quem paga somos nós.
Criamos uma Petição Eletrônica para ser enviada
aos Deputados e Senadores.
Assine e ajude a divulgar:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3981
Selo disponível no:
http://lucioneto.blogspot.com/
Obrigado.
Lúcio Neto.....
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Pérolas do ENEM (nova safra)...
1) - Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio. (Já imaginou?)
2) - A harpa é uma asa que toca.
(Imagine a definição para Trombone de Vara...)
3) - O vento é uma imensa quantidade de ar.
(Não tinha pensado nisso...)
4) - O terremoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas.
(Só faltou completar que esse movimento é um braço armado do MST!)
5) - Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os
mortos pudessem viver melhor.
(Nada mais justo. Não dá para viver a eternidade desconf ortavelmente...)
6) - Péricles foi o principal ditador da democracia grega.
(Isso. E Stalin foi o principal seguidor de Mahatma Ghandi... )
7) - O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de
necessidades.
(deve ter raciocinado com abundância e não com o cérebro...)
8) - O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os
peixes se afogavam dentro d'água.
(Sim, por isto o Petróleo é preto. Está de luto...)
9) - A principal função da raiz é se enterrar.
(Profunda!!! )
10) - A igreja, ultimamente, vem perdendo muita clientela.
(Podemos concluir que a culpa é do Papa, que seria o VP de Marteking!
E a Companhia de Jesus, seria a mais antiga das SA's)
11) - O sol nos dá luz, calor e turistas.
(Esse com certeza é cearense ou baiano. )
12) - As aves tem na boca um dente chamado bico.
(É para ficar de queixo caído! Ou melhor, de porta bicos caído...)
13) - A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem
que realizar em um metro da unidade de tempo, no sentido contrário.
(Simples, não???)
14) - Lenda é toda narração em prosa de um tema confuso.
(Assim, todo discurso de político é uma Lenda. )
15) - O nervo ótico transmite idéias luminosas ao cérebro.
(Se o cara é vesgo, o nervo dele deve transmitir idéias tortas e sombreadas...)
16) - A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo.
(Se Marco Polo tivesse viajado para a África, teria sido a peste negra, então..)
17) - Os ruminantes se distinguem dos outros animais porque o que
comem, comem por duas vezes.
(Impressionante!!!.)
18) - O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia.
(Ufa... que alívio! Já o cérebro?!)
19) - Quando um animal irracional não tem água para beber, só
sobrevive se for empalhado.
(Superou qualquer expectativa...)
20) - A insônia consiste em dormir ao contrário.
(Perfeito. Morrer deve ser viver ao contrário...)
21) - A arquitetura gótica se notabilizou por fazer edifícios verticais.
(Melhor pular essa.... )
22) - A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos
escrevem romances e os realistas nos mostram como está a situação do
país.
(É... E ainda faltam muitas para comentar.... )
23) - O Chile é um país muito alto e magro.
(Coitada da Espanha...)
24) - As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia.
(Essa deve ser a mais "marcante" de todas. )
25) - O batismo é uma espécie de detergente do pecado original.
(Já a confissão poderia ser o sabonete, para uso diário... )
26) - Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não
estavam de acordo se envenenavam.
(Pensando bem, não é má idéia...)
27) - A prosopopéia é o começo de uma epopéia.
(E a centopéia???)
28) - Os crustáceos fora d'água respiram como podem.
(Coragem, faltam poucas.)
29) - As plantas se distinguem dos animais por só respirarem a noite.
(Que perspicácia! )
30) - Os hermafroditas humanos nascem unidos pelo corpo.
(Já pensou se a pergunta fosse "o que são xifópagos"???)
31) - As glândulas salivares só trabalham quando a gente tem vontade de cuspir.
(Bem, já chegamos até aqui.... )
32) - A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos.
(CEGOS DESSE MUNDÃO... TENHAM FÉ!!!)
33) - Os estuários e os deltas foram os primitivos habitantes da Mesopotâmia.
(O que que é isso???!!!!!)
34) - O objetivo da Sociedade Anônima é ter muitas fábricas desconhecidas.
(maravilhaaaa....)
35) - A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva.
(Faz sentido...)
36) - O Ateísmo é uma religião anônima.
(Não lhe perguntem sobre o Politeísmo, pelo amor de Deus!)
37) - A respiração anaeróbica é a respiração sem ar que não deve
passar de três minutos.
(Ai, Jesus...)
38) - O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.
(Fala sério... Não dá uma sensação de vazio, de impotência?...)
39) - Antes de ser criada a Justiça, todo mundo era injusto.
(Graças a Deus, só falta uma...)
40) - Caráter sexual secundário são as modificações morfológicas
sofridas por um indivíduo após manter relações sexuais.
(Imagina a aparência de uma prostituta depois de 15 a 20 anos de
“Modificações morfológicas”)
Sera que ainda vamos ter mais pérolas do ENEM...?
2) - A harpa é uma asa que toca.
(Imagine a definição para Trombone de Vara...)
3) - O vento é uma imensa quantidade de ar.
(Não tinha pensado nisso...)
4) - O terremoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas.
(Só faltou completar que esse movimento é um braço armado do MST!)
5) - Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os
mortos pudessem viver melhor.
(Nada mais justo. Não dá para viver a eternidade desconf ortavelmente...)
6) - Péricles foi o principal ditador da democracia grega.
(Isso. E Stalin foi o principal seguidor de Mahatma Ghandi... )
7) - O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de
necessidades.
(deve ter raciocinado com abundância e não com o cérebro...)
8) - O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os
peixes se afogavam dentro d'água.
(Sim, por isto o Petróleo é preto. Está de luto...)
9) - A principal função da raiz é se enterrar.
(Profunda!!! )
10) - A igreja, ultimamente, vem perdendo muita clientela.
(Podemos concluir que a culpa é do Papa, que seria o VP de Marteking!
E a Companhia de Jesus, seria a mais antiga das SA's)
11) - O sol nos dá luz, calor e turistas.
(Esse com certeza é cearense ou baiano. )
12) - As aves tem na boca um dente chamado bico.
(É para ficar de queixo caído! Ou melhor, de porta bicos caído...)
13) - A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem
que realizar em um metro da unidade de tempo, no sentido contrário.
(Simples, não???)
14) - Lenda é toda narração em prosa de um tema confuso.
(Assim, todo discurso de político é uma Lenda. )
15) - O nervo ótico transmite idéias luminosas ao cérebro.
(Se o cara é vesgo, o nervo dele deve transmitir idéias tortas e sombreadas...)
16) - A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo.
(Se Marco Polo tivesse viajado para a África, teria sido a peste negra, então..)
17) - Os ruminantes se distinguem dos outros animais porque o que
comem, comem por duas vezes.
(Impressionante!!!.)
18) - O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia.
(Ufa... que alívio! Já o cérebro?!)
19) - Quando um animal irracional não tem água para beber, só
sobrevive se for empalhado.
(Superou qualquer expectativa...)
20) - A insônia consiste em dormir ao contrário.
(Perfeito. Morrer deve ser viver ao contrário...)
21) - A arquitetura gótica se notabilizou por fazer edifícios verticais.
(Melhor pular essa.... )
22) - A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos
escrevem romances e os realistas nos mostram como está a situação do
país.
(É... E ainda faltam muitas para comentar.... )
23) - O Chile é um país muito alto e magro.
(Coitada da Espanha...)
24) - As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia.
(Essa deve ser a mais "marcante" de todas. )
25) - O batismo é uma espécie de detergente do pecado original.
(Já a confissão poderia ser o sabonete, para uso diário... )
26) - Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não
estavam de acordo se envenenavam.
(Pensando bem, não é má idéia...)
27) - A prosopopéia é o começo de uma epopéia.
(E a centopéia???)
28) - Os crustáceos fora d'água respiram como podem.
(Coragem, faltam poucas.)
29) - As plantas se distinguem dos animais por só respirarem a noite.
(Que perspicácia! )
30) - Os hermafroditas humanos nascem unidos pelo corpo.
(Já pensou se a pergunta fosse "o que são xifópagos"???)
31) - As glândulas salivares só trabalham quando a gente tem vontade de cuspir.
(Bem, já chegamos até aqui.... )
32) - A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos.
(CEGOS DESSE MUNDÃO... TENHAM FÉ!!!)
33) - Os estuários e os deltas foram os primitivos habitantes da Mesopotâmia.
(O que que é isso???!!!!!)
34) - O objetivo da Sociedade Anônima é ter muitas fábricas desconhecidas.
(maravilhaaaa....)
35) - A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva.
(Faz sentido...)
36) - O Ateísmo é uma religião anônima.
(Não lhe perguntem sobre o Politeísmo, pelo amor de Deus!)
37) - A respiração anaeróbica é a respiração sem ar que não deve
passar de três minutos.
(Ai, Jesus...)
38) - O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.
(Fala sério... Não dá uma sensação de vazio, de impotência?...)
39) - Antes de ser criada a Justiça, todo mundo era injusto.
(Graças a Deus, só falta uma...)
40) - Caráter sexual secundário são as modificações morfológicas
sofridas por um indivíduo após manter relações sexuais.
(Imagina a aparência de uma prostituta depois de 15 a 20 anos de
“Modificações morfológicas”)
Sera que ainda vamos ter mais pérolas do ENEM...?
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Brasileiros não precisam mais de visto para entrar no México
A Governo do México acaba de lançar uma espécie de visto eletrônico. Brasileiros que quiserem visitar o México tanto a turismo como a negócios, podem tirar uma autorização pela Internet. Com essa autorização você pode ficar até 30 dias no México.
Veja, você continua precisando ter um passaporte válido e só pode viajar se tiver ou o visto no passaporte ou essa autorização eletrônica.
Como é um documento eletrônico, é preciso que a companhia aérea participe de programa SAE, que é o programa desse “visto eletrônico”.
O Visto “tradicional” continua funcionando da mesma forma de sempre, com validade de 10 anos. Mas, certamente não terá utilidade para a maioria dos brasileiros.
Além disso, se você tiver um visto dos Estados Unidos válido, não é necessário ter nem o visto mexicano nem essa autorização.
Mais informações em http://www.inm.gob.mx/index.php/page/Inicio_Autorizacion_Electronica/pt-br.html
Se você tiver dúvidas, pode se informar em um dos Consulados do México no Brasil.
Consulado Honorário do México- Manaus – AM
Endereço:R.Fortaleza, 585 – AdrianópolisCidade:ManausEstado:AmazonasTelefone:(0xx92) 3663-5050Fax:(0xx92) 3663-5077Email:chmexico@novidade.com.br
Expediente: das 08:00 às 17:00h
Consulado Honorário do México – Fortaleza – CE
Endereço:Rua São Paulo, 1941- JacarecangaCidade:FortalezaEstado:CearáTelefone:(0xx85) 3238-3800Fax:(0xx85) 3238-3800Email:cmexico@planos.com.br
Jurisdição: Estado do Ceará
Expediente: das 08:00 às 12:00h
Setor Consular da Embaixada – Brasília – DF
Endereço:SES Av. das Nações, Qd. 805, Lote 18Cidade:BrasíliaEstado:Distrito FederalTelefone:(0xx61) 3204-5254/ 5255Fax:(0xx61) 3204-5201 /02Email:consulmexbsb@uol.com.br
Jurisdição: DF/GO/TO/PA/AP/RR/AM
Consulado Honorário do México – São Luís – MA
Endereço:Rua dos Afogados, 107Cidade:São LuísEstado:MaranhãoTelefone:(0xx98) 3232-6732Fax:(0xx98) 3232-6232Email:goad@elo.com.br
Jurisdição: MA.
Expediente: das 08:00 às 12:00 h e 14:00 às 18:30h
Consulado Honorário do México – Belém – PA
Endereço:Av. Conselheiro Furtado, 585, Casa “A”, B.Batista CamposCidade:BelémEstado:ParáTelefone:(0xx91) 3223-8967Fax:(0xx91) 3241-7407Email:chermont.adv@uol.com.br
Jurisdição: PA
Expediente: das 11:00 às 19:00 hs
Consulado Honorário do México – Recife – PE
Endereço:R.Aquidabã, 20 – ap. 1401 – Boa ViagemCidade:RecifeEstado:PernambucoTelefone:(0xx81) 3083-1760Fax:(0xx81) 3343-1430Email:iaradubeux@yahoo.com.br
Jurisdição: PB/PE/RN
Expediente: das 09:00 às 11:00h e 13:30 às15:30h
Consulado Geral do México – Rio de Janeiro – RJ
Endereço:Praia de Botafogo, 242/301, BotafogoCidade:Rio de JaneiroEstado:Rio de JaneiroTelefone:(0xx21) 3262-3200Fax:(0xx21) 3262-3210Email:comexrio@domain.com.brSite:http://www.consuladodomexicorj.com/
Jurisdição: RJ/ES/MG/BA/SE/AL/PE/PB/RN/CE/PI/MA.
Expediente: das 08:30 às 11:30hs
Consulado Geral do México – São Paulo – SP
Endereço:R. Holanda, 274, Jardim EuropaCidade:São PauloEstado:São PauloTelefone:(0xx11) 3576-5400Fax:(0xx11) 3576-5408Email:consulmex-sp@gobmex-sp.com.brSite:http://portal.sre.gob.mx/saopaulo/
Veja, você continua precisando ter um passaporte válido e só pode viajar se tiver ou o visto no passaporte ou essa autorização eletrônica.
Como é um documento eletrônico, é preciso que a companhia aérea participe de programa SAE, que é o programa desse “visto eletrônico”.
O Visto “tradicional” continua funcionando da mesma forma de sempre, com validade de 10 anos. Mas, certamente não terá utilidade para a maioria dos brasileiros.
Além disso, se você tiver um visto dos Estados Unidos válido, não é necessário ter nem o visto mexicano nem essa autorização.
Mais informações em http://www.inm.gob.mx/index.php/page/Inicio_Autorizacion_Electronica/pt-br.html
Se você tiver dúvidas, pode se informar em um dos Consulados do México no Brasil.
Consulado Honorário do México- Manaus – AM
Endereço:R.Fortaleza, 585 – AdrianópolisCidade:ManausEstado:AmazonasTelefone:(0xx92) 3663-5050Fax:(0xx92) 3663-5077Email:chmexico@novidade.com.br
Expediente: das 08:00 às 17:00h
Consulado Honorário do México – Fortaleza – CE
Endereço:Rua São Paulo, 1941- JacarecangaCidade:FortalezaEstado:CearáTelefone:(0xx85) 3238-3800Fax:(0xx85) 3238-3800Email:cmexico@planos.com.br
Jurisdição: Estado do Ceará
Expediente: das 08:00 às 12:00h
Setor Consular da Embaixada – Brasília – DF
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Jurisdição: DF/GO/TO/PA/AP/RR/AM
Consulado Honorário do México – São Luís – MA
Endereço:Rua dos Afogados, 107Cidade:São LuísEstado:MaranhãoTelefone:(0xx98) 3232-6732Fax:(0xx98) 3232-6232Email:goad@elo.com.br
Jurisdição: MA.
Expediente: das 08:00 às 12:00 h e 14:00 às 18:30h
Consulado Honorário do México – Belém – PA
Endereço:Av. Conselheiro Furtado, 585, Casa “A”, B.Batista CamposCidade:BelémEstado:ParáTelefone:(0xx91) 3223-8967Fax:(0xx91) 3241-7407Email:chermont.adv@uol.com.br
Jurisdição: PA
Expediente: das 11:00 às 19:00 hs
Consulado Honorário do México – Recife – PE
Endereço:R.Aquidabã, 20 – ap. 1401 – Boa ViagemCidade:RecifeEstado:PernambucoTelefone:(0xx81) 3083-1760Fax:(0xx81) 3343-1430Email:iaradubeux@yahoo.com.br
Jurisdição: PB/PE/RN
Expediente: das 09:00 às 11:00h e 13:30 às15:30h
Consulado Geral do México – Rio de Janeiro – RJ
Endereço:Praia de Botafogo, 242/301, BotafogoCidade:Rio de JaneiroEstado:Rio de JaneiroTelefone:(0xx21) 3262-3200Fax:(0xx21) 3262-3210Email:comexrio@domain.com.brSite:http://www.consuladodomexicorj.com/
Jurisdição: RJ/ES/MG/BA/SE/AL/PE/PB/RN/CE/PI/MA.
Expediente: das 08:30 às 11:30hs
Consulado Geral do México – São Paulo – SP
Endereço:R. Holanda, 274, Jardim EuropaCidade:São PauloEstado:São PauloTelefone:(0xx11) 3576-5400Fax:(0xx11) 3576-5408Email:consulmex-sp@gobmex-sp.com.brSite:http://portal.sre.gob.mx/saopaulo/
CONSELHO DE ADVOGADO
Um advogado fez circular a seguinte informação para os empregados de seu escritório:
1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR RG'.
2.. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa.
Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial.
Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho.
Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.
3.. Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc.
Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar.
Mantenha a fotocópia em um lugar seguro.
Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro.
Sabe-se de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados.
Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês.
Dentro de uma semana, os ladrões compraram um caro pacote de telefone celular, contrataram um cartão de crédito VISA,
tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira...
E MAIS.....
4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente.
Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.
Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.
5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc.,
foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas,
e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma).
Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:
6. Chame imediatamente o SPC ( 11-3244-3030 11-3244-3030 ) e SERASA ( 11-33737272 11-33737272 )e outros órgãos de crédito (se houver)
para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF.
Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.
O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..
Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito.
Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum dos quais - eu soube - depois que eu coloquei o alerta.
Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira.
Este fim de semana alguém a devolveu para mim.
Esta ação parece ter feito eles desistirem
1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR RG'.
2.. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa.
Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial.
Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho.
Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.
3.. Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc.
Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar.
Mantenha a fotocópia em um lugar seguro.
Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro.
Sabe-se de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados.
Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês.
Dentro de uma semana, os ladrões compraram um caro pacote de telefone celular, contrataram um cartão de crédito VISA,
tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira...
E MAIS.....
4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente.
Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.
Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.
5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc.,
foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas,
e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma).
Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:
6. Chame imediatamente o SPC ( 11-3244-3030 11-3244-3030 ) e SERASA ( 11-33737272 11-33737272 )e outros órgãos de crédito (se houver)
para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF.
Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.
O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..
Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito.
Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum dos quais - eu soube - depois que eu coloquei o alerta.
Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira.
Este fim de semana alguém a devolveu para mim.
Esta ação parece ter feito eles desistirem
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Caros amigos, faltam 3 dias para o segundo turno
Chamo a atenção de todos os católicos, verdadeiros católicos, para este importante pronunciamento do Papa, sobre a situação política do Brasil!
Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.
É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”,
em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB,
exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a
descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de
Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de
censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja).
É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato
subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.
Bento XVI e o Silêncio dos Bispos
http://padrepauloricardo.org/blog/bento-xvi-e-o-silencio-dos-bispos/?utm_source=Christo+Nihil+Praeponere+List&utm_campaign=3766b15245-Newsletter_outubro_28102010&utm_medium=email
Aquele que vota num partido que aprova uma lei que legaliza o aborto é cúmplice de assassinos de inocentes! ABORTO É ASSASSINATO! E aquele que se diz católico deve ser à favor da Vida!
Leiam também!!!
Importantíssimo: Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira
http://www.ipco.org.br/home/noticias/importantissimo-papa-bento-xvi-acaba-de-pronunciar-discurso-sobre-a-situacao-politica-brasileira?sms_ss=facebook&at_xt=4cc9ba0a91819449%2C0
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Scrapbook?uid=13503374250472808363
Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.
É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”,
em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB,
exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a
descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de
Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de
censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja).
É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato
subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.
Bento XVI e o Silêncio dos Bispos
http://padrepauloricardo.org/blog/bento-xvi-e-o-silencio-dos-bispos/?utm_source=Christo+Nihil+Praeponere+List&utm_campaign=3766b15245-Newsletter_outubro_28102010&utm_medium=email
Aquele que vota num partido que aprova uma lei que legaliza o aborto é cúmplice de assassinos de inocentes! ABORTO É ASSASSINATO! E aquele que se diz católico deve ser à favor da Vida!
Leiam também!!!
Importantíssimo: Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira
http://www.ipco.org.br/home/noticias/importantissimo-papa-bento-xvi-acaba-de-pronunciar-discurso-sobre-a-situacao-politica-brasileira?sms_ss=facebook&at_xt=4cc9ba0a91819449%2C0
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Scrapbook?uid=13503374250472808363
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Alienação como "concupiscência"
Paul Tillich, Teologia Sistemática, p 346-349
A qualidade de todos os atos em que o ser humano se afirma existencialmente apresenta dois lados: um em que o ser humano separa seu centro do centro da vida divina (descrença) e o outro em que ele se converte em centro de si mesmo e de seu mundo (hybris). Surge naturalmente a pergunta por que o ser humano se sente tentado a se transformar em centro de si mesmo. A resposta é que isso o coloca na posição de arrastar a totalidade de seu mundo para dentro dele mesmo. Eleva-o acima de sua particularidade. Essa é a tentação do ser humano em sua posição entre a finitude e a infinitude. Cada indivíduo, por estar separado da totalidade, deseja uma reunião com o todo. Sua "pobreza" o impulsiona a buscar a abundância. Essa é a raiz do amor em todas as formas. A possibilidade de alcançar abundância ilimitada é a tentação do ser humano. que é um eu e possui um mundo. O nome clássico para esse desejo é concupiscentia, "concupiscência" - o desejo ilimitado de atrair a realidade toda para o próprio eu. Este desejo refere-se a todos os aspectos da relação que o ser humano estabelece consigo mesmo e com seu mundo. Refere-se tanto à fome física como ao sexo, tanto ao conhecimento como ao poder, tanto à riqueza material como aos valores espirituais. Mas esse sentido todo-abrangente da concupiscência frequentemente foi reduzido a um sentido muito especial, a saber, ao desejo do prazer sexual. Inclusive teólogos como Agostinho e Lutero, que consideravam o pecado espiritual como básico, tenderam a identificar concupiscência com desejo sexual. É compreensível que Agostinho sustentasse essa concepção, pois nunca superou a depreciação helenística e, sobretudo, neoplatônica do sexo. Mas é inconscistente e difícil de compreender que resquícios dessa tradição perdurem na teologia e na ética dos Reformadores. Eles nem sempre rejeitam claramente a doutrina não-protestante de que o pecado "hereditário" está enraizado no prazer sexual do ato de geração. Se a palavra "concupiscência" é usada nesse sentido limitado, ela certamente é incapaz de descrever o estado de alienação geral, e seria preferível que a abandonássemos completamente, pois a ambiguidade dessa palavra é uma das muitas expressões que causam a ambiguidade da atitude cristã frente ao sexo. A igreja nunca foi capaz de abordar adequadamente este problema ético e religioso central. Assim, pois, explicitar agora o pleno significado de "concupiscência" pode contribuir eficazmente para resolver esta situação.
A doutrina da concupiscência - considerando-se o termo em seu sentido todo-abrangente - pode ser confirmada por muito material e percepções profundas da literatura existencialista, da arte, da filosofia e da psicologia. Bastará mencionar primeiro alguns exemplos, alguns dos quais expressam o sentido de concupiscência em figuras simbólicas, outros em forma de análise. Quando Kierkegaard descreve a figura do imperador Nero, ele recorre a um tema do cristianismo primitivo para elaborar uma psicologia da concupiscência. Nero corporifica as implicações demoníacas do poder ilimitado; ele representa o indivíduo que conseguiu vincular à sua pessoa o universo mediante o exercício de um poder que utiliza em proveito próprio tudo aquilo que lhe aprouver. Kierkegaard descreve o completo vazio interior desta situação que conduz à determinação de causar a morte a tudo o que encontra, inclusive a si próprio. De forma similar, ele interpreta a figura de Don Juan de Mozart, criando a figura de Johannes, o sedutor. Aqui, com a mesma penetração psicológica, mostra-nos o vazio e o desespero do impulso sexual ilimitado que impede uma união de amor criativa com a parceira sexual. Neste caso, como no símbolo de Nero, é visível o caráter autodestrutivo da concupiscência. Poderíamos acrescentar como terceiro exemplo a figura do Fausto de Goethe, cujo impulso ilimitado se dirige ao conhecimento, ao qual se subordinam tanto o poder quanto o sexo. Para "saber tudo", Fausto aceita o pacto com o demônio. O que produz a tentação demoníaca não é o conhecimento como tal, mas o "tudo". O conhecimento como tal, assim como o poder e o sexo como tais, não constitui um objeto de concupiscência, mas o desejo de vincular cognitivamente o universo em si mesmo e à própria particularidade finita.
É o caráter ilimitado do desejo de conhecimento, de sexo e de poder que torna estes desejos sintomas de concupiscência. Isso foi elaborado em duas descrições conceituais de concupiscência: a "libido" de Freud e a "vontade de poder" de Nietzsche. Ambos os conceitos contribuíram imensamente para a redescoberta da concepção cristã da condição humana. Mas ambos ignoram o contraste entre o ser essencial e o ser existencial do ser humano e interpretam o ser humano exclusivamente em termos de concupiscência existencial, omitindo qualquer referência ao eros essencial do ser humano, eros que se vincula a um conteúdo definido.
Segundo Freud, a libido é o desejo ilimitado do ser humano de se liberar de suas tensões biológicas, especialmente das sexuais, e obter prazer dessa liberação de tensões. Freud mostrou que elementos libidinosos estão presentes nas experiências e atividades espirituais mais elevadas do ser humano, e, com isso, redescobriu percepções subjacentes às tradições monásticas de exame rigoroso de consciência, tais como se praticavam no cristianismo primitivo e medieval. A ênfase de Freud nesses elementos, que não podem ser separados dos instintos sexuais do ser humano, está plenamente justificada e concorda com o realismo da interpretação cristã da condição humana. Não deveríamos rejeitar o pensamento freudiano em nome de falsos tabus sexuais que são apenas pseudocristãos. Freud, em seu realismo honesto, é mais cristão do que esses tabus. Desde um ângulo específico, descreve com toda a exatidão o que significa concupiscência. Isso é especialmente óbvio na forma como Freud descreve as conseqüências da concupiscência e de seu impulso nunca satisfeito. Quando ele fala do "instinto para a morte" (Todestrieb) que traduziríamos mais adequadamente por "pulsão para a morte"), ele descreve o desejo de fugir da dor suscitada por uma libido nunca satisfeita. O ser humano, como todo ser superior, deseja retornar ao nível inferior de vida do qual proveio. A dor provocada pelo nível superior o induz a refugiar-se no nível inferior. É a libido nunca satisfeita no ser humano, esteja ou não reprimida, que produz nele o desejo de desfazer-se de si mesmo como ser humano. Nestas observações referentes à "insatistação" do ser humano com sua criatividade, Freud penetrou mais profundamente na condição humana do que muitos de seus seguidores e críticos. Até este ponto uma interpretação teológica da alienação humana fará bem em seguir as análises de Freud.
Mas a teologia não pode aceitar a doutrina freudiana de libido como uma reinterpretação suficiente do conceito de concupiscência. Freud não percebeu que sua descrição da natureza humana só é adequada ao ser humano em sua condição existencial, mas não em sua natureza essencial. O caráter infinito da libido é uma das marcas da alienação do ser humano que contradiz sua bondade essencial ou criada. Na relação essencial do ser humano consigo mesmo e com seu mundo, a libido não é concupiscência. Não é o desejo infinito de vincular o universo à sua existência particular, mas um elemento do amor unido a suas outras qualidades - eros, philia e agape. O amor não exclui o desejo; ele contém em si a libido como um dos seus elementos. Mas a libido que está unida ao amor não é infinita. Como todo amor, ela tende para um sujeito definido com quem deseja unir o portador do amor. O amor quer o outro ser e o quer na forma de libido, eros, philia ou agape. A concupiscência, ou libido distorcida, quer o próprio prazer através do outro ser, mas não quer o outro ser. Esse é o contraste entre libido como amor e libido como concupiscência. Freud não estabelece essa distinção por causa de sua atitude puritana em relação ao sexo. O ser humano só pode chegar a ser criativo mediante a repressão e a sublimação da libido. Na concepção de Freud, não existe eros criativo que inclua o sexo. Comparado com homens como Lutero, Freud é um asceta nesta sua pressuposição básica acerca da natureza do ser humano. O protestantismo clássico nega esses pressupostos no que tange ao ser humano em sua natureza essencial ou criada, pois nesta é real o desejo de se unir com a pessoa que é o objeto do amor pelo bem dela. E esse desejo não é infinito, mas definido. Não é concupiscência, mas amor.
A análise do conceito freudiano de libido produziu importantes percepções da natureza da concupiscência e de seu oposto. Outro conceito, igualmente importante para a teologia cristã, é a "vonta de poder" de Nietzsche. Uma das formas pelas quais ele influenciou o pensamento contemporâneo é através da psicologia do profundo que interpretou a libido humana mais em termos de poder do que em termos de sexo. Mas existem outras formas, mais diretas, especialmente na política e na teoria social, pelas quais o conceito de Nietzsche influenciou o pensamento contemporâneo. "Vontade de poder" é, em parte, um conceito e, em parte, um símbolo. Portanto, não se deve entendê-lo literalmente. Na expressão "vontade de poder", vontade não significa um ato psicológico sobre o ser humano. A vontade consciente de obter poder sobre os seres humanos está enraizada no desejo inconsciente de afirmar o próprio poder de ser. "Vontade de poder" é um símbolo ontológico para a auto-afirmação natural do ser humano na medida em que o ser humano tem o poder de ser. Mas não se restringe ao ser humano, pois é uma qualidade de tudo o que existe. Pertence à bondade criada e é um símbolo poderoso da auto-realização dinâmica que caracteriza a vida.
Mas, como a "libido" de Freud, também a "vontade de poder" de Nietzsche acaba sendo confusa se não estabelecermos com clareza a diferença entre a auto-afirmação essencial do ser humano e seu desejo existencial de ilimitado poder de ser. Nietzsche segue a doutrina de Schopenhauer, que considera a vontade como força motriz ilimitada em todo ser vivo, produzindo no ser humano o desejo de alcançar a quietude mediante a autonegação da vontade. Nesse sentido, é óbvia a analogia entre Schopenhauer e Freud. Para ambos, é o desejo infinito e nunca satisfeito que conduz o ser humano à autonegação. Nietzsche tenta superar essa tendência proclamando enfaticamente uma coragem que assume as negatividades do ser. Nesse ponto, é influenciado pelo estoicismo e pelo protestantismo. Mas, em contraste com ambos, ele não nos mostra as normas e princípios pelos quais devemos julgar a vontade de poder. Ela permanece ilimitada e apresenta traços demoníaco-destrutivos. Trata-se, pois, de um novo conceito e de um novo símbolo da concupiscência.
Nem a libido nem a vontade de poder são em sí características da concupiscência. Ambas se tornam expressões da concupiscência e da alienação quando não estão unidas ao amor e, portanto, quando carecem de todo objeto definido.
A qualidade de todos os atos em que o ser humano se afirma existencialmente apresenta dois lados: um em que o ser humano separa seu centro do centro da vida divina (descrença) e o outro em que ele se converte em centro de si mesmo e de seu mundo (hybris). Surge naturalmente a pergunta por que o ser humano se sente tentado a se transformar em centro de si mesmo. A resposta é que isso o coloca na posição de arrastar a totalidade de seu mundo para dentro dele mesmo. Eleva-o acima de sua particularidade. Essa é a tentação do ser humano em sua posição entre a finitude e a infinitude. Cada indivíduo, por estar separado da totalidade, deseja uma reunião com o todo. Sua "pobreza" o impulsiona a buscar a abundância. Essa é a raiz do amor em todas as formas. A possibilidade de alcançar abundância ilimitada é a tentação do ser humano. que é um eu e possui um mundo. O nome clássico para esse desejo é concupiscentia, "concupiscência" - o desejo ilimitado de atrair a realidade toda para o próprio eu. Este desejo refere-se a todos os aspectos da relação que o ser humano estabelece consigo mesmo e com seu mundo. Refere-se tanto à fome física como ao sexo, tanto ao conhecimento como ao poder, tanto à riqueza material como aos valores espirituais. Mas esse sentido todo-abrangente da concupiscência frequentemente foi reduzido a um sentido muito especial, a saber, ao desejo do prazer sexual. Inclusive teólogos como Agostinho e Lutero, que consideravam o pecado espiritual como básico, tenderam a identificar concupiscência com desejo sexual. É compreensível que Agostinho sustentasse essa concepção, pois nunca superou a depreciação helenística e, sobretudo, neoplatônica do sexo. Mas é inconscistente e difícil de compreender que resquícios dessa tradição perdurem na teologia e na ética dos Reformadores. Eles nem sempre rejeitam claramente a doutrina não-protestante de que o pecado "hereditário" está enraizado no prazer sexual do ato de geração. Se a palavra "concupiscência" é usada nesse sentido limitado, ela certamente é incapaz de descrever o estado de alienação geral, e seria preferível que a abandonássemos completamente, pois a ambiguidade dessa palavra é uma das muitas expressões que causam a ambiguidade da atitude cristã frente ao sexo. A igreja nunca foi capaz de abordar adequadamente este problema ético e religioso central. Assim, pois, explicitar agora o pleno significado de "concupiscência" pode contribuir eficazmente para resolver esta situação.
A doutrina da concupiscência - considerando-se o termo em seu sentido todo-abrangente - pode ser confirmada por muito material e percepções profundas da literatura existencialista, da arte, da filosofia e da psicologia. Bastará mencionar primeiro alguns exemplos, alguns dos quais expressam o sentido de concupiscência em figuras simbólicas, outros em forma de análise. Quando Kierkegaard descreve a figura do imperador Nero, ele recorre a um tema do cristianismo primitivo para elaborar uma psicologia da concupiscência. Nero corporifica as implicações demoníacas do poder ilimitado; ele representa o indivíduo que conseguiu vincular à sua pessoa o universo mediante o exercício de um poder que utiliza em proveito próprio tudo aquilo que lhe aprouver. Kierkegaard descreve o completo vazio interior desta situação que conduz à determinação de causar a morte a tudo o que encontra, inclusive a si próprio. De forma similar, ele interpreta a figura de Don Juan de Mozart, criando a figura de Johannes, o sedutor. Aqui, com a mesma penetração psicológica, mostra-nos o vazio e o desespero do impulso sexual ilimitado que impede uma união de amor criativa com a parceira sexual. Neste caso, como no símbolo de Nero, é visível o caráter autodestrutivo da concupiscência. Poderíamos acrescentar como terceiro exemplo a figura do Fausto de Goethe, cujo impulso ilimitado se dirige ao conhecimento, ao qual se subordinam tanto o poder quanto o sexo. Para "saber tudo", Fausto aceita o pacto com o demônio. O que produz a tentação demoníaca não é o conhecimento como tal, mas o "tudo". O conhecimento como tal, assim como o poder e o sexo como tais, não constitui um objeto de concupiscência, mas o desejo de vincular cognitivamente o universo em si mesmo e à própria particularidade finita.
É o caráter ilimitado do desejo de conhecimento, de sexo e de poder que torna estes desejos sintomas de concupiscência. Isso foi elaborado em duas descrições conceituais de concupiscência: a "libido" de Freud e a "vontade de poder" de Nietzsche. Ambos os conceitos contribuíram imensamente para a redescoberta da concepção cristã da condição humana. Mas ambos ignoram o contraste entre o ser essencial e o ser existencial do ser humano e interpretam o ser humano exclusivamente em termos de concupiscência existencial, omitindo qualquer referência ao eros essencial do ser humano, eros que se vincula a um conteúdo definido.
Segundo Freud, a libido é o desejo ilimitado do ser humano de se liberar de suas tensões biológicas, especialmente das sexuais, e obter prazer dessa liberação de tensões. Freud mostrou que elementos libidinosos estão presentes nas experiências e atividades espirituais mais elevadas do ser humano, e, com isso, redescobriu percepções subjacentes às tradições monásticas de exame rigoroso de consciência, tais como se praticavam no cristianismo primitivo e medieval. A ênfase de Freud nesses elementos, que não podem ser separados dos instintos sexuais do ser humano, está plenamente justificada e concorda com o realismo da interpretação cristã da condição humana. Não deveríamos rejeitar o pensamento freudiano em nome de falsos tabus sexuais que são apenas pseudocristãos. Freud, em seu realismo honesto, é mais cristão do que esses tabus. Desde um ângulo específico, descreve com toda a exatidão o que significa concupiscência. Isso é especialmente óbvio na forma como Freud descreve as conseqüências da concupiscência e de seu impulso nunca satisfeito. Quando ele fala do "instinto para a morte" (Todestrieb) que traduziríamos mais adequadamente por "pulsão para a morte"), ele descreve o desejo de fugir da dor suscitada por uma libido nunca satisfeita. O ser humano, como todo ser superior, deseja retornar ao nível inferior de vida do qual proveio. A dor provocada pelo nível superior o induz a refugiar-se no nível inferior. É a libido nunca satisfeita no ser humano, esteja ou não reprimida, que produz nele o desejo de desfazer-se de si mesmo como ser humano. Nestas observações referentes à "insatistação" do ser humano com sua criatividade, Freud penetrou mais profundamente na condição humana do que muitos de seus seguidores e críticos. Até este ponto uma interpretação teológica da alienação humana fará bem em seguir as análises de Freud.
Mas a teologia não pode aceitar a doutrina freudiana de libido como uma reinterpretação suficiente do conceito de concupiscência. Freud não percebeu que sua descrição da natureza humana só é adequada ao ser humano em sua condição existencial, mas não em sua natureza essencial. O caráter infinito da libido é uma das marcas da alienação do ser humano que contradiz sua bondade essencial ou criada. Na relação essencial do ser humano consigo mesmo e com seu mundo, a libido não é concupiscência. Não é o desejo infinito de vincular o universo à sua existência particular, mas um elemento do amor unido a suas outras qualidades - eros, philia e agape. O amor não exclui o desejo; ele contém em si a libido como um dos seus elementos. Mas a libido que está unida ao amor não é infinita. Como todo amor, ela tende para um sujeito definido com quem deseja unir o portador do amor. O amor quer o outro ser e o quer na forma de libido, eros, philia ou agape. A concupiscência, ou libido distorcida, quer o próprio prazer através do outro ser, mas não quer o outro ser. Esse é o contraste entre libido como amor e libido como concupiscência. Freud não estabelece essa distinção por causa de sua atitude puritana em relação ao sexo. O ser humano só pode chegar a ser criativo mediante a repressão e a sublimação da libido. Na concepção de Freud, não existe eros criativo que inclua o sexo. Comparado com homens como Lutero, Freud é um asceta nesta sua pressuposição básica acerca da natureza do ser humano. O protestantismo clássico nega esses pressupostos no que tange ao ser humano em sua natureza essencial ou criada, pois nesta é real o desejo de se unir com a pessoa que é o objeto do amor pelo bem dela. E esse desejo não é infinito, mas definido. Não é concupiscência, mas amor.
A análise do conceito freudiano de libido produziu importantes percepções da natureza da concupiscência e de seu oposto. Outro conceito, igualmente importante para a teologia cristã, é a "vonta de poder" de Nietzsche. Uma das formas pelas quais ele influenciou o pensamento contemporâneo é através da psicologia do profundo que interpretou a libido humana mais em termos de poder do que em termos de sexo. Mas existem outras formas, mais diretas, especialmente na política e na teoria social, pelas quais o conceito de Nietzsche influenciou o pensamento contemporâneo. "Vontade de poder" é, em parte, um conceito e, em parte, um símbolo. Portanto, não se deve entendê-lo literalmente. Na expressão "vontade de poder", vontade não significa um ato psicológico sobre o ser humano. A vontade consciente de obter poder sobre os seres humanos está enraizada no desejo inconsciente de afirmar o próprio poder de ser. "Vontade de poder" é um símbolo ontológico para a auto-afirmação natural do ser humano na medida em que o ser humano tem o poder de ser. Mas não se restringe ao ser humano, pois é uma qualidade de tudo o que existe. Pertence à bondade criada e é um símbolo poderoso da auto-realização dinâmica que caracteriza a vida.
Mas, como a "libido" de Freud, também a "vontade de poder" de Nietzsche acaba sendo confusa se não estabelecermos com clareza a diferença entre a auto-afirmação essencial do ser humano e seu desejo existencial de ilimitado poder de ser. Nietzsche segue a doutrina de Schopenhauer, que considera a vontade como força motriz ilimitada em todo ser vivo, produzindo no ser humano o desejo de alcançar a quietude mediante a autonegação da vontade. Nesse sentido, é óbvia a analogia entre Schopenhauer e Freud. Para ambos, é o desejo infinito e nunca satisfeito que conduz o ser humano à autonegação. Nietzsche tenta superar essa tendência proclamando enfaticamente uma coragem que assume as negatividades do ser. Nesse ponto, é influenciado pelo estoicismo e pelo protestantismo. Mas, em contraste com ambos, ele não nos mostra as normas e princípios pelos quais devemos julgar a vontade de poder. Ela permanece ilimitada e apresenta traços demoníaco-destrutivos. Trata-se, pois, de um novo conceito e de um novo símbolo da concupiscência.
Nem a libido nem a vontade de poder são em sí características da concupiscência. Ambas se tornam expressões da concupiscência e da alienação quando não estão unidas ao amor e, portanto, quando carecem de todo objeto definido.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Uma questão de auto-confiança
Desarrumada e mal vestida, a menina negra, magra pela fome e não pela anorexia, desceu o morro carioca para tentar a sorte no programa de calouros de Ary Barroso. Era o momento áureo do rádio que, dos anos de 1930 a 1950, revelou grandes nomes da MPB.
Na fila de inscrições estavam lindas jovens bem vestidas e a menina favelada olhava para elas sem qualquer medo. Tinha apenas treze anos e já era mãe. Seu bebê estava doente e ela precisava fazer algo para conseguir algum dinheiro. No corredor, os calouros aguardavam o chamado e em seguida entravam trêmulos.
- Elza Gomes da Conceição, sua vez!
Após ouvir seu nome, a menina cruzou a porta do estúdio. Cerca de mil pessoas a aguardavam. O programa era o maior sucesso na época e no palco estava o grande Ary Barroso, autor de "Aquarela do Brasil", pois ele próprio acompanhava os calouros ao piano. Ao ver a menina com no máximo 35 quilos, subindo ao palco completamente desengonçada, usando uma roupa emprestada e ajustada com alfinetes para conter as sobras de pano, duas marias-chiquinhas, a platéia explodiu na risada. O apresentador do programa arrumou os óculos e disse, friamente:
- Aproxime-se.
Ela ignorou as gargalhadas e foi até ele.
- O que você veio fazer aqui? - perguntou intrigado.
- Ué, eu vim cantar. - disse ela com o ar mais inocente desse mundo.
- Mas quem disse a você que você canta?
- Eu! - falou com voz firme.
- Diga-me uma coisa: de que planeta você veio? - questionou de forma ácida.
Ela respirou fundo e lhe respondeu:
- Eu vim do planeta-fome, seu Ary. Do mesmo planeta de onde o senhor veio.
Nesse momento o auditório se calou. Ali estava uma adolescente cheia de bravura, desafiando o grande ícone da música brasileira, lembrando que ele próprio também tivera um berço pobre e que havia passado por dificuldades acerbas como as que ela no momento passava. S
Silencioso, Ary apontou para ela o microfone e deslizou seus dedos no teclado em seguida. A menina então começou a cantar com a voz afinada e ao mesmo tempo arranhada, rouca, única, apresentando efeitos que ninguém jamais tinha ouvido.
No final, o mesmo público que riu tanto dela em sua chegada vibrou de emoção e encheu o estúdio de palmas. Ela as recebeu chorando, abraçada com Ary que, igualmente muito emocionado, disse:
- Senhoras e senhores, nesse exato momento, acaba de nascer uma estrela.
Elza Soares, em seu livro "Cantando para não Enlouquecer", narra sua história repleta de momentos de superação como esse.
Podemos nos perguntar: o que faz alguém como ela chegar à vitória, vencendo obstáculos tidos com intransponíveis, atravessando oceanos de dificuldades? O que move uma alma na direção da excelência em qualquer área, fazendo com que até mesmo os maiores problemas se transformem numa espécie de combustível para vôos mais altos? O que produz essa certeza de que não há porque recuar e que vale seguir adiante? Resposta: Auto-confiança.
Ter convicção do nosso próprio potencial e sentir que é possível fazer algo valioso, com aquilo que já guardamos em nosso interior, é uma espécie de elemento mágico que promove a química do sucesso.
Pessoas que não acreditam em si mesmas acabam não deixando aflorar o imenso poder que já possuem. Mas aqueles que têm convicção das suas habilidades e talentos e que, por outro lado, também são capazes de reconhecer seus pontos fracos, se colocam no caminho do crescimento. Ter auto-conhecimento para perceber aquilo que podemos melhorar não significa sentir-se pequeno, fraco, mas representa poder de percepção para melhorar continuamente.
Portanto, se confiamos em nós mesmos podemos ver, com tranqüilidade, aquilo que nos falta, ao mesmo tempo em que notamos aquilo que já possuímos de bom. Esse duplo foco nos desperta uma grande energia na busca dos nossos propósitos.
Como dizia Henry Ford: "Se você acredita que pode ou se você acredita que não pode, de qualquer jeito estará certo". Estou convicto de que a história de Elza Soares, essa fantástica cantora da nossa terra, pode ser inspiradora para você. Ela nos lembra o quanto podemos fazer diferença no mundo quando, diante das dificuldades, respiramos fundo, acessamos recursos latentes e seguimos firmemente na direção dos nossos sonhos.
Vou dizer algo para você e espero que lembre sempre disso. Duas palavras bem simples, mas que expõe a minha crença de que você tem grande força interior, bem como o meu desejo de que mostre ao mundo seu potencial.
As palavras são: Você pode!
(Autoria: Kau Mascarenhas)
Na fila de inscrições estavam lindas jovens bem vestidas e a menina favelada olhava para elas sem qualquer medo. Tinha apenas treze anos e já era mãe. Seu bebê estava doente e ela precisava fazer algo para conseguir algum dinheiro. No corredor, os calouros aguardavam o chamado e em seguida entravam trêmulos.
- Elza Gomes da Conceição, sua vez!
Após ouvir seu nome, a menina cruzou a porta do estúdio. Cerca de mil pessoas a aguardavam. O programa era o maior sucesso na época e no palco estava o grande Ary Barroso, autor de "Aquarela do Brasil", pois ele próprio acompanhava os calouros ao piano. Ao ver a menina com no máximo 35 quilos, subindo ao palco completamente desengonçada, usando uma roupa emprestada e ajustada com alfinetes para conter as sobras de pano, duas marias-chiquinhas, a platéia explodiu na risada. O apresentador do programa arrumou os óculos e disse, friamente:
- Aproxime-se.
Ela ignorou as gargalhadas e foi até ele.
- O que você veio fazer aqui? - perguntou intrigado.
- Ué, eu vim cantar. - disse ela com o ar mais inocente desse mundo.
- Mas quem disse a você que você canta?
- Eu! - falou com voz firme.
- Diga-me uma coisa: de que planeta você veio? - questionou de forma ácida.
Ela respirou fundo e lhe respondeu:
- Eu vim do planeta-fome, seu Ary. Do mesmo planeta de onde o senhor veio.
Nesse momento o auditório se calou. Ali estava uma adolescente cheia de bravura, desafiando o grande ícone da música brasileira, lembrando que ele próprio também tivera um berço pobre e que havia passado por dificuldades acerbas como as que ela no momento passava. S
Silencioso, Ary apontou para ela o microfone e deslizou seus dedos no teclado em seguida. A menina então começou a cantar com a voz afinada e ao mesmo tempo arranhada, rouca, única, apresentando efeitos que ninguém jamais tinha ouvido.
No final, o mesmo público que riu tanto dela em sua chegada vibrou de emoção e encheu o estúdio de palmas. Ela as recebeu chorando, abraçada com Ary que, igualmente muito emocionado, disse:
- Senhoras e senhores, nesse exato momento, acaba de nascer uma estrela.
Elza Soares, em seu livro "Cantando para não Enlouquecer", narra sua história repleta de momentos de superação como esse.
Podemos nos perguntar: o que faz alguém como ela chegar à vitória, vencendo obstáculos tidos com intransponíveis, atravessando oceanos de dificuldades? O que move uma alma na direção da excelência em qualquer área, fazendo com que até mesmo os maiores problemas se transformem numa espécie de combustível para vôos mais altos? O que produz essa certeza de que não há porque recuar e que vale seguir adiante? Resposta: Auto-confiança.
Ter convicção do nosso próprio potencial e sentir que é possível fazer algo valioso, com aquilo que já guardamos em nosso interior, é uma espécie de elemento mágico que promove a química do sucesso.
Pessoas que não acreditam em si mesmas acabam não deixando aflorar o imenso poder que já possuem. Mas aqueles que têm convicção das suas habilidades e talentos e que, por outro lado, também são capazes de reconhecer seus pontos fracos, se colocam no caminho do crescimento. Ter auto-conhecimento para perceber aquilo que podemos melhorar não significa sentir-se pequeno, fraco, mas representa poder de percepção para melhorar continuamente.
Portanto, se confiamos em nós mesmos podemos ver, com tranqüilidade, aquilo que nos falta, ao mesmo tempo em que notamos aquilo que já possuímos de bom. Esse duplo foco nos desperta uma grande energia na busca dos nossos propósitos.
Como dizia Henry Ford: "Se você acredita que pode ou se você acredita que não pode, de qualquer jeito estará certo". Estou convicto de que a história de Elza Soares, essa fantástica cantora da nossa terra, pode ser inspiradora para você. Ela nos lembra o quanto podemos fazer diferença no mundo quando, diante das dificuldades, respiramos fundo, acessamos recursos latentes e seguimos firmemente na direção dos nossos sonhos.
Vou dizer algo para você e espero que lembre sempre disso. Duas palavras bem simples, mas que expõe a minha crença de que você tem grande força interior, bem como o meu desejo de que mostre ao mundo seu potencial.
As palavras são: Você pode!
(Autoria: Kau Mascarenhas)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
As Prisões: Ressentimento
O Controle de Si
Nunca deixa de me espantar como a maioria das pessoas facilmente delega à outras o controle sobre sua vida. Não temos controle sobre como a vida nos afeta mas podemos controlar sim nossa reação à esses estímulos.
Vejo amigos que se magoam com ofensas, imaginárias ou não, e depois curtem carregar esse peso por toda a vida, mascam rancores como outros mascavam tabaco, mas não cospem no chão.
Fazer isso é delegar um poder que só deve pertencer a si próprios. Deixar que terceiros influenciem seus nervos ou ditem suas emoções é uma das piores - e mais comuns - formas de abdicar de sua liberdade.
O Mendigo Bêbado
A Internet é uma grande terra de ninguém. Fala-se o que quer, ouve-se o que não quer. Muitos blogueiros, para evitar a segunda parte, fazem blogs sem comentários. Outros vivem uma relação de amor e ódio com seus comentários, tiram, recolocam, apagam, editam.
Por quê? Será que realmente se incomodam com críticas idiotas vindas de completos estranhos?
Imagine que você vai andando pela rua e um mendigo bêbado grita "Lá vai o corno!". Você:
a) Pára, se apalpa, procura um espelho, fica preocupado: "Meu deus, corno, eu? O que será que esse mendigo viu em mim pra dizer isso? O que será que ele sabe? Onde andará a patroa a essa hora?"
b) Caga solenemente e continua andando.
Para eu me irritar ou me decepcionar com algo que alguém fala eu preciso antes conhecer e respeitar minimamente aquela pessoa, preciso ter algum tipo de expectativa em relação a ela. Senão, vai entrar por aqui e sair por ali.
Muita gente vem falar comigo cheia de dedos, com críticas sobre minha filosofia, sobre meu livro, sobre o modo como levo minha vida. E só a boa educação me impede de tranqüilizá-las com as seguintes palavras: pode falar o que quiser, meu filho, não vai fazer nenhuma diferença, eu não te conheço, não me importo com o que pensa. Você simplesmente não tem como me ofender, magoar ou chatear.
Alguns leitores, entretanto, tomam isso como sua missão na vida. Não sei bem o que se passa na cabeça deles. Devem me achar um provocador. Devem achar que um provocador merece ser provocado. Quando não respondo, eles me mandam emails vitoriosos, exultantes, orgiásticos: "Consegui te irritar, não? Fugiu da raia!"
Acho que pensam que me irritaram porque sabe que o mesmo procedimento irritaria outros, esses tantos blogueiros que acabam extinguindo ou fechando seus comentários por falta de saco com os malas. Mas como fazê-los entender que, pra mim, são menos que o mendigo bêbado da rua? Que quando vêm falar comigo, eu não considero racionalmente o mérito do que estã falando, nem me irrito ou me ofendo, mas digo pra mim mesmo "Mais um chato", fecho a janela entediado e vou embora?
Naturalmente, não respondi o email de provocação.
Letrinhas Só Machucam os Amadores
Eu levo uma vida aberta e acabo dando muita liberdade às pessoas de se meterem em meus assuntos. Regularmente, senta alguém comigo, em público ou em privado, e se arroga o direito de dizer como eu devo levar minha vida. Algumas vezes, estão cobertos de razão, em outras, descobertos de tão errados. Eu escuto, placidamente, e até agradeço a preocupação.
Depois, invariavelmente, senta um outro amigo no lugar do primeiro e diz (sem perceber estar fazendo a mesma coisa!): mas como é que você deixa alguém interferir assim na sua vida?
No começo, eu nem entendia a pergunta: como assim? Quem interferiu na minha vida?
E o amigo: ué, o fulano não acabou de ficar aqui duas horas cagando regra, dizendo o que você deve e não deve fazer, criticando todos os seus hábitos, metendo o pau nas escolhas que você fez, etc?
Eu rio. Acho que as pessoas dão muito valor à palavra. Sou escritor, redator, jornalista, humorista, tradutor, revisor. Trabalho com as palavras todo dia. Sei exatamente o valor que elas têm: zero.
Se não for calúnia, difamação ou injúria, qualquer um pode falar o que quiser de mim. Não me importo. Sempre fui pessoa pública, desde os tempos de escola. Daqui a pouco vou publicar um romance, e depois, outro. Podem falar à vontade: é divulgação.
Falar é fácil. Palavras não custam nada. Letrinhas só machucam os amadores, e eu já sou calejado.
Interferir na minha vida é FAZER alguma coisa.
Só Defendo Minhas Idéias de Quem Quiser Me Impedir de Praticá-las
Minhas idéias ditas polêmicas não estão aqui para chocar os pudicos ou para ser discutidas pelos empolgados. Elas são o meu projeto de vida, minha jornada interior de desbravamento, uma aventura absolutamente pessoal, em busca de maior felicidade e liberdade, em busca do melhor modo possível de viver minha própria vida.
Minha postura engana. As pessoas me vêem defendendo idéias polêmicas e acham que sou um debatedor nato. Querem discutir, convencer, argumentar. Mas o próprio verbo que usam é falacioso: não estou defendendo idéias, estou afirmando idéias. Meus posts já esgotam tudo o que tenho a dizer. Não faço réplicas ou tréplicas. Não debato, nunca.
Defendo minha filosofia só de quem quiser me impedir de praticá-la.
História de um Verme
Eu e minha primeira-esposa vivemos um casamento aberto durante três anos. Mais ou menos no meio do caminho, ela conheceu um cara que, por motivos inexplicáveis, a deixou balançada. Eles ataram e desataram uma ligação amorosa várias vezes e, por fim, a relação deles acabou sendo foi um dos muitos fatores que levou o meu casamento ao fim.
Tenho cá, no meu computador, algumas fotos altamente comprometedoras do dito cujo. Muitas vezes, durante a etapa final do meu casamento e logo após a separação, considerei seriamente mandar as fotos para seus amigos, parentes e para os diretores da caretíssima multinacional onde trabalha. Teria sido bonito.
Mas coitado. O homem é um verme. Mesmo depois de velho e ganhando bem, continua morando na casa dos pais, uma tradicional família judaica, e é obrigado a namorar meninas gentias (como minha esposa) em segredo, ou senão seus pais cortariam sua boa-vida. Ele gostaria de encerrar essa relação de dependência mas, como todos os vermes que conheci na vida, simplesmente não tem forças. E eu penso: esse invertebrado não precisa de mim pra fuder sua vida.
Alguns amigos julgaram que, realmente, enviar as fotos teria sido golpe baixo mas que eu deveria, pelo menos, tê-lo ameaçado com isso, para fazê-lo se afastar da minha mulher. Do jeito que ele é fraco e covarde, com certeza teria abdicado de qualquer coisa pra que papá e mamã não descobrissem as coisas horríveis que andava fazendo.
Não entenderam a essência de um casamento aberto. Minha esposa tinha o direito de fazer o que bem entendesse. Essa era a premissa do nosso casamento. Não quero uma mulher que fique comigo forçada, ou porque chantageei seu molusco. Naturalmente, eu também tenho o direito de não querer mais estar com ela, por quaisquer outras razões que não vêm ao caso aqui.
(Uma nota importante: calhou de o besouro ser judeu mas, antes que me acusem de anti-semita, gostaria de deixar claro que isso é um mero detalhe. O povo judeu me proporcionou o meu livro preferido, alguns dos meus melhores amigos e muitos dos maiores gênios da humanidade. O fato do estrupício ser judeu é apenas uma fatalidade demográfica.)
Se eu enviasse as fotos, seria por vingança, um dos sentimento mais aprisionantes que posso imaginar.
Realisticamente, eu até sou capaz de tomar medidas extremas, seja para me defender de um perigo, para prevenir que algum inimigo me ameace no futuro ou até mesmo, egoisticamente, para remover alguém que esteja no meu caminho. Já fiz algumas coisas de que não me orgulho. Mas sempre fui pragmático.
Analisada de perto, a vingança não tem serventia alguma.
De que me adiantaria fuder com a vida do paramécio? Me faria sentir melhor? Faria o meu casamento voltar ao que era? Colocaria algum dinheiro no meu bolso? Nada.
Pior: a vingança sempre pode gerar um círculo infinito de vingança. Até porquinhos-da-índia ficam perigosos quando acuados.
Através de sua longa relação com minha primeira-esposa, ele também deve ter lá o seu estoque de informações comprometedoras sobre mim. Nada que me importe. Sou artista, estou cultivando cuidadosamente minha fama de excêntrico, qualquer escândalo me traria apenas publicidade gratuita.
Mas por quê arriscar arroubos de violência? Sabe-se lá até onde iriam os efeitos catastróficos das fotos. Dado o que conheço da empresa e dos seus pais, era bem capaz do insetinho ser demitido e expulso de casa. Sem nada mais para fazer, quem se tornaria o algo de suas atenções? Eu. Seja pra vir aqui em casa me dar um tiro, ou simplesmente ficar rogando pragas silenciosas, não vale a pena criar um inimigo eterno em trocar de uma satisfação efêmera.
Além do mais, é forçoso admitir. Apesar de ter a fibra de um espumoni, o animal nunca fez nada de errado ou desonesto comigo. Pelo contrário, ele jogou o jogo de acordo com as regras que eu estabeleci. E nunca nem se ofereceu para morar ou casar com a primeira-esposa - justamente porque seus pais jamais teriam permitido e ele não tinha a menor capacidade de dizer nem "oy, oy" na frente deles, ou mesmo de imaginar uma vida sem a mesada do pai e as camisas passadas pela mãe.
Se meu casamento acabou, não foi pela primeira-esposa ter desenvolvido uma inexplicável afeição pelo quadrúpede. Tanto ela quanto eu desenvolvemos afeições por terceiros e quartos ao longo do nosso casamento aberto. O casamento acabou porque nosso amor um pelo outro minguou - um processo impossível de, com consciência limpa, atribuir à terceiros.
Tenho as fotos aqui. São um teste moral pra mim. De vez em quando, olho pra elas. Imagino um sisudo escritório na Europa e todos os funcionários recebendo cópias das fotos simultaneamente e rindo, até um deles lembrar: esse não é aquele cara da filial do Brasil?
Mas sou melhor que isso. Confirmo minha superioridade moral e guardo o CD de novo em lugar secreto.
Deixa o verme viver e ser feliz.
A Importância da Falta de Memória
As pessoas me elogiam por muitas coisas, mas nunca ninguém me elogiou pelo que talvez seja minha melhor qualidade: eu tenho péssima memória.
Como deve ser pesada a vida das pessoas que lembram tudo. Ninguém está a altura de alguém que lembra em tudo. Em algum momento, você deve ter pisado na bola, falado uma palavra atravessada... e a pessoa lembra. Não importa se existem dez anos de memórias boas para contrabalançar: aquela pequena vacilada flutua acima de todas as outras.
Muitas mulheres são assim. Como suportam suas vidas? Não é à toa que, a partir de uma certa idade, a maioria das mulheres torna-se muito mais amarga e ressentida do que os homens. Sábias aquelas mulheres que sabem relevar o negativo.
Quando morre alguém que amamos, a dor parece não ter fim. E pensamos: fulano morreu hoje. Amanhã, terá morrido ontem. Ano que vem, no ano anterior. A cada dia que passa, sua vida e sua experiência, nossas memórias e nosso amor, tudo ficará mais distante e mais embaçado. Um dia, eu vou perceber que não penso nele há uma semana. Outro dia, ele já terá sido esquecido. E a vida prosseguirá, como se nunca houvesse existido. Essa dura constatação só faz piorar a sensação de perda.
Por outro lado, se continuássemos sentindo indefinidamente aquela dor que sentimos na hora da morte, a vida tornaria-se inviável. Pais que perdem filhos às vezes caem em traumas assim. A memória domina o presente e devora-o.
Borges conta a história de Funes, o Memorioso, um homem cuja memória era tão prodigiosa que ele mal funcionava como ser humano.
Pra começar, Funes não conseguia apreender os nomes dos objetos. Ele via dois cachorros diferentes e, como lembrava de cada detalhe de cada animal, era incapaz de enquadrar dois objetos tão diferentes debaixo de uma só nomenclatura. Na verdade, para ele, até mesmo o cachorro das 15:03hs, voltado levemente para a esquerda, era tão diferente do cachorro das 15:04hs, voltado para frente, que não poderiam ser o mesmo objeto.
Funes conseguia lembrar de um dia inteiro do passado, qualquer dia que ele quisesse, em todos os seus mínimos detalhes. Mas, para isso, ele precisava de outro dia inteiro.
Não há melhor metáfora do alto preço que a memória nos cobra. Puxar um dia do passado nos custa um dia no presente. O paradoxo da vida, disse um dinamarquês maluco, é que ela só pode ser entendida pra trás, mas só pode ser vivida pra frente. É uma questão de definir nossas prioridades.
Eu lembro de muito pouca coisa da minha vida. Minha infância é uma tábula rasa. Da adolescência, não resta quase nada. Freqüentemente, eu me maravilho com coisas que já deveria estar cansado de conhecer. Não troco minha capacidade de maravilhar por todas as memórias do mundo.
E só lembro de coisas boas. Traumas, insultos, medos, ódios, eu os não os tive ou não os lembro - o que, afinal, dá no mesmo.
Nem sempre esse dom é benéfico.
A Cruel Capacidade de Lembrar Tudo
Poucos meses após minha separação, já haviam desaparecido da minha consciência todos os maus momentos que destruíram meu casamento.
Racionalmente, eu entendia que a opção pela separação tinha sido acertada. Mas, emocionalmente falando, os maus momentos não estavam mais lá. Eu já não conseguia acessar a tristeza e a frustração que senti ao vivê-los. Sabia que tinham ocorrido e só. À seco.
Os grandes momentos, entretanto, continuavam vivos pra mim, pulsantes de luz e felicidade.
Minhas emoções jogaram baixo, tentaram me derrubar. Esfregavam um dia perfeito na minha cara e diziam: tem certeza que quer se separar da mulher com quem viveu isso, e isso, e mais isso? Olha lá, hein?
E eu rebatia: e os maus momentos? E aquilo e mais aquilo que aconteceu?
Ah, isso eu não lembro não, respondia meu coração.
Era um diálogo difícil.
Foi a única vez na minha vida que desejei ter essa capacidade cruel de lembrar e catalogar todos os meus ódios, raivas, tristezas e frustrações. Mas não consigo: eles todos escoam pelo ralo da memória, sem critério, sem choro.
Depois, passou.
Fantasmas de Felicidades Passadas
A felicidade passada também pode ser um fantasma atormentador. Leia mais sobre isso, em um ensaio que será posteriormente acrescentado à Prisão Felicidade, a última da série.
A Função do Perdão
Todos os nossos instintos animais nos ensinam a proteger os nossos (nossa família, nossa tribo) e a temer tudo o que nos é estranho.
Quando eu vi uma pessoa negra pela primeira vez, ainda criança de colo, eu gritei, apavorado. Nada mais natural do que uma criança branca, que nasceu e cresceu entre brancos, ainda puro instinto, tenha medo de um ser todo preto. Inaceitável seria que eu ainda estivesse assim 30 anos depois.
A maioria dos meus leitores (ou assim espero) consideraria preconceito e arrogância se julgar superior aos angolanos somente porque eles vivem em um país mais fraco, mais pobre e sem destaque algum no cenário mundial.
Mas esses mesmos leitores vivem acorrentados em uma prisão de ódio, ressentimento e inveja contra os americanos.
Desprezar o mais fraco por ser mais fraco é a mesma prisão que odiar o mais forte por ser mais forte.
Naturalmente, não estou falando só de patriotismo. A maioria de nós vive acorrentado em uma prisão de ódios, ressentimentos, invejas e desprezos pelas pessoas que nos cercam.
Dizia um moço bigodudo, que falava com cavalos, que você olha no abismo e o abismo olha em você. Acabamos nos tornando o que odiamos. Por causa disso, um outro moço, esse barbudo, recomendava dar a outra face e perdoar quem lhe ofendesse. Aproveitem bem esse parágrafo, pois ambos raramente são citados juntos. Aliás, eu às vezes acho que dou mais valor aos ensinamentos do barbudo do que muita gente que come seu corpo e bebe seu sangue.
Devemos perdoar quem nos ofendeu não pra ser bonzinhos, ou para ir pro céu, mas para nos libertar da ofensa. A ofensa não perdoada é cancerígena. Ela fica purgando dentro de nós, até se tornar fatal. A injúria passada, o xingamento engolido acaba nos definindo: nós nos tornamos o insulto recebido.
O objetivo do perdão não é premiar o perdoado, mas libertar o perdoador.
Dêem a César o que é de César e não olhem pra trás. Ofereçam a outra face e não se fala mais nisso. Estejam acima das pequenas coisas da vida.
Sejam grandes!
Fonte:http://www.sobresites.com/alexcastro/prisoes/ressentimento.htm
Nunca deixa de me espantar como a maioria das pessoas facilmente delega à outras o controle sobre sua vida. Não temos controle sobre como a vida nos afeta mas podemos controlar sim nossa reação à esses estímulos.
Vejo amigos que se magoam com ofensas, imaginárias ou não, e depois curtem carregar esse peso por toda a vida, mascam rancores como outros mascavam tabaco, mas não cospem no chão.
Fazer isso é delegar um poder que só deve pertencer a si próprios. Deixar que terceiros influenciem seus nervos ou ditem suas emoções é uma das piores - e mais comuns - formas de abdicar de sua liberdade.
O Mendigo Bêbado
A Internet é uma grande terra de ninguém. Fala-se o que quer, ouve-se o que não quer. Muitos blogueiros, para evitar a segunda parte, fazem blogs sem comentários. Outros vivem uma relação de amor e ódio com seus comentários, tiram, recolocam, apagam, editam.
Por quê? Será que realmente se incomodam com críticas idiotas vindas de completos estranhos?
Imagine que você vai andando pela rua e um mendigo bêbado grita "Lá vai o corno!". Você:
a) Pára, se apalpa, procura um espelho, fica preocupado: "Meu deus, corno, eu? O que será que esse mendigo viu em mim pra dizer isso? O que será que ele sabe? Onde andará a patroa a essa hora?"
b) Caga solenemente e continua andando.
Para eu me irritar ou me decepcionar com algo que alguém fala eu preciso antes conhecer e respeitar minimamente aquela pessoa, preciso ter algum tipo de expectativa em relação a ela. Senão, vai entrar por aqui e sair por ali.
Muita gente vem falar comigo cheia de dedos, com críticas sobre minha filosofia, sobre meu livro, sobre o modo como levo minha vida. E só a boa educação me impede de tranqüilizá-las com as seguintes palavras: pode falar o que quiser, meu filho, não vai fazer nenhuma diferença, eu não te conheço, não me importo com o que pensa. Você simplesmente não tem como me ofender, magoar ou chatear.
Alguns leitores, entretanto, tomam isso como sua missão na vida. Não sei bem o que se passa na cabeça deles. Devem me achar um provocador. Devem achar que um provocador merece ser provocado. Quando não respondo, eles me mandam emails vitoriosos, exultantes, orgiásticos: "Consegui te irritar, não? Fugiu da raia!"
Acho que pensam que me irritaram porque sabe que o mesmo procedimento irritaria outros, esses tantos blogueiros que acabam extinguindo ou fechando seus comentários por falta de saco com os malas. Mas como fazê-los entender que, pra mim, são menos que o mendigo bêbado da rua? Que quando vêm falar comigo, eu não considero racionalmente o mérito do que estã falando, nem me irrito ou me ofendo, mas digo pra mim mesmo "Mais um chato", fecho a janela entediado e vou embora?
Naturalmente, não respondi o email de provocação.
Letrinhas Só Machucam os Amadores
Eu levo uma vida aberta e acabo dando muita liberdade às pessoas de se meterem em meus assuntos. Regularmente, senta alguém comigo, em público ou em privado, e se arroga o direito de dizer como eu devo levar minha vida. Algumas vezes, estão cobertos de razão, em outras, descobertos de tão errados. Eu escuto, placidamente, e até agradeço a preocupação.
Depois, invariavelmente, senta um outro amigo no lugar do primeiro e diz (sem perceber estar fazendo a mesma coisa!): mas como é que você deixa alguém interferir assim na sua vida?
No começo, eu nem entendia a pergunta: como assim? Quem interferiu na minha vida?
E o amigo: ué, o fulano não acabou de ficar aqui duas horas cagando regra, dizendo o que você deve e não deve fazer, criticando todos os seus hábitos, metendo o pau nas escolhas que você fez, etc?
Eu rio. Acho que as pessoas dão muito valor à palavra. Sou escritor, redator, jornalista, humorista, tradutor, revisor. Trabalho com as palavras todo dia. Sei exatamente o valor que elas têm: zero.
Se não for calúnia, difamação ou injúria, qualquer um pode falar o que quiser de mim. Não me importo. Sempre fui pessoa pública, desde os tempos de escola. Daqui a pouco vou publicar um romance, e depois, outro. Podem falar à vontade: é divulgação.
Falar é fácil. Palavras não custam nada. Letrinhas só machucam os amadores, e eu já sou calejado.
Interferir na minha vida é FAZER alguma coisa.
Só Defendo Minhas Idéias de Quem Quiser Me Impedir de Praticá-las
Minhas idéias ditas polêmicas não estão aqui para chocar os pudicos ou para ser discutidas pelos empolgados. Elas são o meu projeto de vida, minha jornada interior de desbravamento, uma aventura absolutamente pessoal, em busca de maior felicidade e liberdade, em busca do melhor modo possível de viver minha própria vida.
Minha postura engana. As pessoas me vêem defendendo idéias polêmicas e acham que sou um debatedor nato. Querem discutir, convencer, argumentar. Mas o próprio verbo que usam é falacioso: não estou defendendo idéias, estou afirmando idéias. Meus posts já esgotam tudo o que tenho a dizer. Não faço réplicas ou tréplicas. Não debato, nunca.
Defendo minha filosofia só de quem quiser me impedir de praticá-la.
História de um Verme
Eu e minha primeira-esposa vivemos um casamento aberto durante três anos. Mais ou menos no meio do caminho, ela conheceu um cara que, por motivos inexplicáveis, a deixou balançada. Eles ataram e desataram uma ligação amorosa várias vezes e, por fim, a relação deles acabou sendo foi um dos muitos fatores que levou o meu casamento ao fim.
Tenho cá, no meu computador, algumas fotos altamente comprometedoras do dito cujo. Muitas vezes, durante a etapa final do meu casamento e logo após a separação, considerei seriamente mandar as fotos para seus amigos, parentes e para os diretores da caretíssima multinacional onde trabalha. Teria sido bonito.
Mas coitado. O homem é um verme. Mesmo depois de velho e ganhando bem, continua morando na casa dos pais, uma tradicional família judaica, e é obrigado a namorar meninas gentias (como minha esposa) em segredo, ou senão seus pais cortariam sua boa-vida. Ele gostaria de encerrar essa relação de dependência mas, como todos os vermes que conheci na vida, simplesmente não tem forças. E eu penso: esse invertebrado não precisa de mim pra fuder sua vida.
Alguns amigos julgaram que, realmente, enviar as fotos teria sido golpe baixo mas que eu deveria, pelo menos, tê-lo ameaçado com isso, para fazê-lo se afastar da minha mulher. Do jeito que ele é fraco e covarde, com certeza teria abdicado de qualquer coisa pra que papá e mamã não descobrissem as coisas horríveis que andava fazendo.
Não entenderam a essência de um casamento aberto. Minha esposa tinha o direito de fazer o que bem entendesse. Essa era a premissa do nosso casamento. Não quero uma mulher que fique comigo forçada, ou porque chantageei seu molusco. Naturalmente, eu também tenho o direito de não querer mais estar com ela, por quaisquer outras razões que não vêm ao caso aqui.
(Uma nota importante: calhou de o besouro ser judeu mas, antes que me acusem de anti-semita, gostaria de deixar claro que isso é um mero detalhe. O povo judeu me proporcionou o meu livro preferido, alguns dos meus melhores amigos e muitos dos maiores gênios da humanidade. O fato do estrupício ser judeu é apenas uma fatalidade demográfica.)
Se eu enviasse as fotos, seria por vingança, um dos sentimento mais aprisionantes que posso imaginar.
Realisticamente, eu até sou capaz de tomar medidas extremas, seja para me defender de um perigo, para prevenir que algum inimigo me ameace no futuro ou até mesmo, egoisticamente, para remover alguém que esteja no meu caminho. Já fiz algumas coisas de que não me orgulho. Mas sempre fui pragmático.
Analisada de perto, a vingança não tem serventia alguma.
De que me adiantaria fuder com a vida do paramécio? Me faria sentir melhor? Faria o meu casamento voltar ao que era? Colocaria algum dinheiro no meu bolso? Nada.
Pior: a vingança sempre pode gerar um círculo infinito de vingança. Até porquinhos-da-índia ficam perigosos quando acuados.
Através de sua longa relação com minha primeira-esposa, ele também deve ter lá o seu estoque de informações comprometedoras sobre mim. Nada que me importe. Sou artista, estou cultivando cuidadosamente minha fama de excêntrico, qualquer escândalo me traria apenas publicidade gratuita.
Mas por quê arriscar arroubos de violência? Sabe-se lá até onde iriam os efeitos catastróficos das fotos. Dado o que conheço da empresa e dos seus pais, era bem capaz do insetinho ser demitido e expulso de casa. Sem nada mais para fazer, quem se tornaria o algo de suas atenções? Eu. Seja pra vir aqui em casa me dar um tiro, ou simplesmente ficar rogando pragas silenciosas, não vale a pena criar um inimigo eterno em trocar de uma satisfação efêmera.
Além do mais, é forçoso admitir. Apesar de ter a fibra de um espumoni, o animal nunca fez nada de errado ou desonesto comigo. Pelo contrário, ele jogou o jogo de acordo com as regras que eu estabeleci. E nunca nem se ofereceu para morar ou casar com a primeira-esposa - justamente porque seus pais jamais teriam permitido e ele não tinha a menor capacidade de dizer nem "oy, oy" na frente deles, ou mesmo de imaginar uma vida sem a mesada do pai e as camisas passadas pela mãe.
Se meu casamento acabou, não foi pela primeira-esposa ter desenvolvido uma inexplicável afeição pelo quadrúpede. Tanto ela quanto eu desenvolvemos afeições por terceiros e quartos ao longo do nosso casamento aberto. O casamento acabou porque nosso amor um pelo outro minguou - um processo impossível de, com consciência limpa, atribuir à terceiros.
Tenho as fotos aqui. São um teste moral pra mim. De vez em quando, olho pra elas. Imagino um sisudo escritório na Europa e todos os funcionários recebendo cópias das fotos simultaneamente e rindo, até um deles lembrar: esse não é aquele cara da filial do Brasil?
Mas sou melhor que isso. Confirmo minha superioridade moral e guardo o CD de novo em lugar secreto.
Deixa o verme viver e ser feliz.
A Importância da Falta de Memória
As pessoas me elogiam por muitas coisas, mas nunca ninguém me elogiou pelo que talvez seja minha melhor qualidade: eu tenho péssima memória.
Como deve ser pesada a vida das pessoas que lembram tudo. Ninguém está a altura de alguém que lembra em tudo. Em algum momento, você deve ter pisado na bola, falado uma palavra atravessada... e a pessoa lembra. Não importa se existem dez anos de memórias boas para contrabalançar: aquela pequena vacilada flutua acima de todas as outras.
Muitas mulheres são assim. Como suportam suas vidas? Não é à toa que, a partir de uma certa idade, a maioria das mulheres torna-se muito mais amarga e ressentida do que os homens. Sábias aquelas mulheres que sabem relevar o negativo.
Quando morre alguém que amamos, a dor parece não ter fim. E pensamos: fulano morreu hoje. Amanhã, terá morrido ontem. Ano que vem, no ano anterior. A cada dia que passa, sua vida e sua experiência, nossas memórias e nosso amor, tudo ficará mais distante e mais embaçado. Um dia, eu vou perceber que não penso nele há uma semana. Outro dia, ele já terá sido esquecido. E a vida prosseguirá, como se nunca houvesse existido. Essa dura constatação só faz piorar a sensação de perda.
Por outro lado, se continuássemos sentindo indefinidamente aquela dor que sentimos na hora da morte, a vida tornaria-se inviável. Pais que perdem filhos às vezes caem em traumas assim. A memória domina o presente e devora-o.
Borges conta a história de Funes, o Memorioso, um homem cuja memória era tão prodigiosa que ele mal funcionava como ser humano.
Pra começar, Funes não conseguia apreender os nomes dos objetos. Ele via dois cachorros diferentes e, como lembrava de cada detalhe de cada animal, era incapaz de enquadrar dois objetos tão diferentes debaixo de uma só nomenclatura. Na verdade, para ele, até mesmo o cachorro das 15:03hs, voltado levemente para a esquerda, era tão diferente do cachorro das 15:04hs, voltado para frente, que não poderiam ser o mesmo objeto.
Funes conseguia lembrar de um dia inteiro do passado, qualquer dia que ele quisesse, em todos os seus mínimos detalhes. Mas, para isso, ele precisava de outro dia inteiro.
Não há melhor metáfora do alto preço que a memória nos cobra. Puxar um dia do passado nos custa um dia no presente. O paradoxo da vida, disse um dinamarquês maluco, é que ela só pode ser entendida pra trás, mas só pode ser vivida pra frente. É uma questão de definir nossas prioridades.
Eu lembro de muito pouca coisa da minha vida. Minha infância é uma tábula rasa. Da adolescência, não resta quase nada. Freqüentemente, eu me maravilho com coisas que já deveria estar cansado de conhecer. Não troco minha capacidade de maravilhar por todas as memórias do mundo.
E só lembro de coisas boas. Traumas, insultos, medos, ódios, eu os não os tive ou não os lembro - o que, afinal, dá no mesmo.
Nem sempre esse dom é benéfico.
A Cruel Capacidade de Lembrar Tudo
Poucos meses após minha separação, já haviam desaparecido da minha consciência todos os maus momentos que destruíram meu casamento.
Racionalmente, eu entendia que a opção pela separação tinha sido acertada. Mas, emocionalmente falando, os maus momentos não estavam mais lá. Eu já não conseguia acessar a tristeza e a frustração que senti ao vivê-los. Sabia que tinham ocorrido e só. À seco.
Os grandes momentos, entretanto, continuavam vivos pra mim, pulsantes de luz e felicidade.
Minhas emoções jogaram baixo, tentaram me derrubar. Esfregavam um dia perfeito na minha cara e diziam: tem certeza que quer se separar da mulher com quem viveu isso, e isso, e mais isso? Olha lá, hein?
E eu rebatia: e os maus momentos? E aquilo e mais aquilo que aconteceu?
Ah, isso eu não lembro não, respondia meu coração.
Era um diálogo difícil.
Foi a única vez na minha vida que desejei ter essa capacidade cruel de lembrar e catalogar todos os meus ódios, raivas, tristezas e frustrações. Mas não consigo: eles todos escoam pelo ralo da memória, sem critério, sem choro.
Depois, passou.
Fantasmas de Felicidades Passadas
A felicidade passada também pode ser um fantasma atormentador. Leia mais sobre isso, em um ensaio que será posteriormente acrescentado à Prisão Felicidade, a última da série.
A Função do Perdão
Todos os nossos instintos animais nos ensinam a proteger os nossos (nossa família, nossa tribo) e a temer tudo o que nos é estranho.
Quando eu vi uma pessoa negra pela primeira vez, ainda criança de colo, eu gritei, apavorado. Nada mais natural do que uma criança branca, que nasceu e cresceu entre brancos, ainda puro instinto, tenha medo de um ser todo preto. Inaceitável seria que eu ainda estivesse assim 30 anos depois.
A maioria dos meus leitores (ou assim espero) consideraria preconceito e arrogância se julgar superior aos angolanos somente porque eles vivem em um país mais fraco, mais pobre e sem destaque algum no cenário mundial.
Mas esses mesmos leitores vivem acorrentados em uma prisão de ódio, ressentimento e inveja contra os americanos.
Desprezar o mais fraco por ser mais fraco é a mesma prisão que odiar o mais forte por ser mais forte.
Naturalmente, não estou falando só de patriotismo. A maioria de nós vive acorrentado em uma prisão de ódios, ressentimentos, invejas e desprezos pelas pessoas que nos cercam.
Dizia um moço bigodudo, que falava com cavalos, que você olha no abismo e o abismo olha em você. Acabamos nos tornando o que odiamos. Por causa disso, um outro moço, esse barbudo, recomendava dar a outra face e perdoar quem lhe ofendesse. Aproveitem bem esse parágrafo, pois ambos raramente são citados juntos. Aliás, eu às vezes acho que dou mais valor aos ensinamentos do barbudo do que muita gente que come seu corpo e bebe seu sangue.
Devemos perdoar quem nos ofendeu não pra ser bonzinhos, ou para ir pro céu, mas para nos libertar da ofensa. A ofensa não perdoada é cancerígena. Ela fica purgando dentro de nós, até se tornar fatal. A injúria passada, o xingamento engolido acaba nos definindo: nós nos tornamos o insulto recebido.
O objetivo do perdão não é premiar o perdoado, mas libertar o perdoador.
Dêem a César o que é de César e não olhem pra trás. Ofereçam a outra face e não se fala mais nisso. Estejam acima das pequenas coisas da vida.
Sejam grandes!
Fonte:http://www.sobresites.com/alexcastro/prisoes/ressentimento.htm
terça-feira, 24 de novembro de 2009
"Temer defende penas alternativas para deputados que usaram notas frias"
Brizola Sempre
Aí, já é demais !!!!!
Zé
Aí, já é demais !!!!!
"Temer defende penas alternativas para deputados que usaram notas frias"
O presidente disse que se as irregularidades forem confirmadas após investigação da Corregedoria, haverá punições aos parlamentares envolvidos nas fraudes. No entanto, ele reconheceu que as penas podem ser mais "brandas" que a cassação do mandato.
Temer defendeu penas "alternativas" para os deputados envolvidos em irregularidades, como no caso das notas fiscais. Como o Conselho de Ética da Câmara já absolveu o deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) por suposto uso irregular da verba indenizatória, Temer disse acreditar que penas alternativas possam ser aplicadas pelo conselho para punir os deputados, ao invés da cassação do mandato.
Não faltava mais nada, agora roubar o patrimônio e lesar a pátria, vão ter como punição um : não faça mais isso, que é feio ! PQP !!!
09:23 (12 horas atrás)
Carlos
Zé, larga de ser chato
Tadinhos dos deputados, pô. Se eles falsificam recibos e notas fiscais, são deslizes menores, tadinhos. O Temer tá certo. Se forem pegos nesses delitos de somenos importância, basta uma pena alternativa assim como distribuição de cestas básicas. O sujeito erra e, caso seja descoberto o deslize, depois ele distribui cestas básicas junto às suas bases eleitorais, financiadas pela Câmara, claro.
Restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos!
11:12 (10 horas atrás)
Felipe
pq as vezes eu tenho ímpetos terroristas?
12:41 (9 horas atrás)
Clara Maria
Legislar em causa própria!
Se o Temer for pego, eu quero ver a pena que ele
vai pegar. Chefe de quadrilha defende seus cupinchas...
19:02 (2½ horas atrás)
Rodrigo Sobroza
temer tá cotado pra ser vice da dillma
bom pro brasil...
19:15 (2½ horas atrás)
Zé Rodrigo
Que bella dupla !!!
19:26 (2 horas atrás)
Mauro
As vezes eu tb tenho impetos ditatoriais, e me pergunto, QUEM TEM INTÉRÉSSES NESSA MERDA DE DEMOCRACIA BRASILEIRA.
A quem interessa essa porcaria de democracia que dilapidou nosso patrimônio, entrega bilhões e bilhões de juros de uma dívida que não devemos, que entrega uma empresa como a Vale por míseros 3 bilhões, que entrega nosso petróleo e gás para estrangeiros, que vende imensas porções de terras amazônicas para estrangeiros ????
20:14 (1½ horas atrás)
Felipe
esse é o perigo, daqui a pouco vão dizer que o melhor seria se os militares comandassem. não permitamos a falência da instituição democrática.
20:19 (1½ horas atrás)
Zé
Militares ????
Esses não apitam nada faz tempo, não têm verba prá fazer cantar um cego !!! Oficiais jogam baralho, tênis e discutem futebol, recrutas cortam grama e pintam meio fio, sargentos e cabos fingem que dão ordens ...
20:30 (1 hora atrás)
Rogerio
Gostei até onde dizia pena alternativa, então:
1) Paredão
2) Chibata feita de santa fé em praça pública
3) Solitária de zinco
4) Amputação
5) Banimento
6) Destituição de todos os bens
7) Jaula na praça da Sé (não consegui imaginar um lugar mais central e movimentado)
8) Largar numa ilha deserta
9) Mandar fazer reciclagem no Afeganistão vestido de mocinha
10) A pior de todas... trabalhar honestamente.
Brizola Sempre
Felipe
po a última não é factivel!
20:38 (1 hora atrás)
Felipe
militares
um amigo meu saiu com essa, bom mesmo era o governo militar, bem a desinformação e a memória fraca do povo é um perigo
20:54 (57 minutos atrás)
Carlos
Ditadura X Democracia
O Golpe de 64 criou dois monstros: Um Regime de Exceção e Uma Democracia Tutelada. Essa "Democracia" que aí está não foi conquistada a ferro, fogo e luta. Foi uma concessão já prevista dentro de um Cronograma firmado entre os Interésses Estrangeiros e as Oligarquias Nacionais já antes de 1964. Os anos de exceção se prestaram prioritariamente a solapar as Lideranças Trabalhistas e Socialistas e oferecer desgaste ao seus militantes. Depois do desgaste e após a Morte Fisica das Lideranças (Brizola, Arraes...) surge uma Nova Esquerda que pretende ocupar o vazio deixado. Essa Nova Esquerda (PT/PSDB) também estava prevista no Cronograma, assim como essa "Democracia".
Sinceramente, essa Democracia Tutelada não me oferece muitos motivos pra lutar, nem tampouco voltar o cheirar gás lacrimogêneo. Uma Democracia comandada pelas Oligarquias; uma Democracia onde você vota num sujeito e elege outro; onde um senador pode ser empossado sem nunca ter passado por um referendo popular; uma Democracia administrada através de Medidas Provisórias; uma Democracia com um Legislativo podre e um Judiciário venal; uma Democracia de Mídia; uma Democracia de Maquinetas Eleitorais...bem acredito que após anos de desmandos e entreguismo o povo mereça coisa melhor. E quanto a "essa Democracia", é muito pouco para despertar meus ímpetos nacionalistas e lutar por ela.
Entre mais terroristas do que ditatoriais andam flutuando meus ímpetos ultimamente.
20:56 (56 minutos atrás)
Rodrigo Sobroza
stela, ops, dillma
nada tem contra os "mensaleiros".
ainda veremos dirceu ministro novamente.
merda, merda, 1000x merda!!!!!!!
21:03 (49 minutos atrás)
Zé
Se .....
......José Dirceu for ministro outra vez, vou me naturalizar Argentino !!!!
21:10 (42 minutos atrás)
Rogerio
Carne de abate
Carlos
Luto diariamente comigo mesmo, tentando achar alternativas melhores de definição do povo.
Esse resumo que fizeste é um dos melhores que li e é o supra-sumo do que vivemos.
Olhando com calma, o que vejo é uma população com os nervos à flor, com sua natureza gritando por algo mais digno, enquanto lhe empurram panos mornos e promessas. A frase mais representativa disso era do FHC, "nós não fizemos tudo, podemos fazer mais, mas continuamos tentando...".
Eu não sou um sujeito muito velho, estou beirando os 40, mas já vi tanta mudança nas relações das pessoas, nunca vi um povo ue se irrita tão fácil, que é tão sub-educado, tão cheio de modas, de futilidades, de falta de ambição, a não ser de enriquecer rapidamente, embora não conheça os meios e nem tem força de vontade de fazê-lo.
Quando vejo jovens, crianças com gestual de marrentos e marginais importados dos EUA, trajados de calças feitas apenas de fundilhos e quando saem numa foto, mostram apenas dois dedos, sejam simbolizando uma arma ou os cornos do capeta, quando alguém vai buscar o mais simples dos serviços fornecidos pelo governo, não obtém resposta adequada nem digna de sua vida de trabalho, quando vejo muita gente de bem morrendo nas estradas, porque oo acelerador é seu consolo e uma ultrapassagem arriscada é uma conquista... fico aturdido...
Resumindo... não tenho medo de mim, ás vezes tenho, mas me preocupo com a situação de frustração diária que o brasileiro que quer apenas passar os dias vive.
Temo pelo colapso... e tem dias que acho que ele vem vindo... e pior... será aproveitado pelos mesmos que estão no topo deste monte de m... mantido pelo sangue de tantos inocentes sem direção.
Bah tchê... falei hem... desculpe a todos.
21:35 (17 minutos atrás)
Carlos
Carne de Abate 2
É isso mesmo, Companheiro Rogério. Estamos formando o que chamo de "Geração de Cachorros que caem do Caminhão de Mudança". Estamos perdidos, sem referenciais nacionais e perdendo nossa Identidade. Chegamos a um tempo em que Honestidade é Burrice. O Povo anda irritado e com razão. Aqui no RIO você vive entre o Poder da Polícia, da Milícia e do Tráfico dependendo da localização geográfica e cujos limites estão cada vez menos definidos.
Não existem Lideranças! Tentam dar ao Lula esse rótulo, mas é fácil perceber no dia a dia que essa "Liderança" é artificialmente montada pela mídia. À gurizada faltam exemplos, modelos, arquétipos...falta aquele cara exemplar que faça o moleque dizer "quando crescer quero ser igual a ele". Ou melhor, até existem, mas os modelos não são nada bons e decentes, como podemos inferir pelo fato que originou este tópico.
Fonte:http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=71366&tid=5407471053931415360&na=1&nst=1
Aí, já é demais !!!!!
Zé
Aí, já é demais !!!!!
"Temer defende penas alternativas para deputados que usaram notas frias"
O presidente disse que se as irregularidades forem confirmadas após investigação da Corregedoria, haverá punições aos parlamentares envolvidos nas fraudes. No entanto, ele reconheceu que as penas podem ser mais "brandas" que a cassação do mandato.
Temer defendeu penas "alternativas" para os deputados envolvidos em irregularidades, como no caso das notas fiscais. Como o Conselho de Ética da Câmara já absolveu o deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) por suposto uso irregular da verba indenizatória, Temer disse acreditar que penas alternativas possam ser aplicadas pelo conselho para punir os deputados, ao invés da cassação do mandato.
Não faltava mais nada, agora roubar o patrimônio e lesar a pátria, vão ter como punição um : não faça mais isso, que é feio ! PQP !!!
09:23 (12 horas atrás)
Carlos
Zé, larga de ser chato
Tadinhos dos deputados, pô. Se eles falsificam recibos e notas fiscais, são deslizes menores, tadinhos. O Temer tá certo. Se forem pegos nesses delitos de somenos importância, basta uma pena alternativa assim como distribuição de cestas básicas. O sujeito erra e, caso seja descoberto o deslize, depois ele distribui cestas básicas junto às suas bases eleitorais, financiadas pela Câmara, claro.
Restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos!
11:12 (10 horas atrás)
Felipe
pq as vezes eu tenho ímpetos terroristas?
12:41 (9 horas atrás)
Clara Maria
Legislar em causa própria!
Se o Temer for pego, eu quero ver a pena que ele
vai pegar. Chefe de quadrilha defende seus cupinchas...
19:02 (2½ horas atrás)
Rodrigo Sobroza
temer tá cotado pra ser vice da dillma
bom pro brasil...
19:15 (2½ horas atrás)
Zé Rodrigo
Que bella dupla !!!
19:26 (2 horas atrás)
Mauro
As vezes eu tb tenho impetos ditatoriais, e me pergunto, QUEM TEM INTÉRÉSSES NESSA MERDA DE DEMOCRACIA BRASILEIRA.
A quem interessa essa porcaria de democracia que dilapidou nosso patrimônio, entrega bilhões e bilhões de juros de uma dívida que não devemos, que entrega uma empresa como a Vale por míseros 3 bilhões, que entrega nosso petróleo e gás para estrangeiros, que vende imensas porções de terras amazônicas para estrangeiros ????
20:14 (1½ horas atrás)
Felipe
esse é o perigo, daqui a pouco vão dizer que o melhor seria se os militares comandassem. não permitamos a falência da instituição democrática.
20:19 (1½ horas atrás)
Zé
Militares ????
Esses não apitam nada faz tempo, não têm verba prá fazer cantar um cego !!! Oficiais jogam baralho, tênis e discutem futebol, recrutas cortam grama e pintam meio fio, sargentos e cabos fingem que dão ordens ...
20:30 (1 hora atrás)
Rogerio
Gostei até onde dizia pena alternativa, então:
1) Paredão
2) Chibata feita de santa fé em praça pública
3) Solitária de zinco
4) Amputação
5) Banimento
6) Destituição de todos os bens
7) Jaula na praça da Sé (não consegui imaginar um lugar mais central e movimentado)
8) Largar numa ilha deserta
9) Mandar fazer reciclagem no Afeganistão vestido de mocinha
10) A pior de todas... trabalhar honestamente.
Brizola Sempre
Felipe
po a última não é factivel!
20:38 (1 hora atrás)
Felipe
militares
um amigo meu saiu com essa, bom mesmo era o governo militar, bem a desinformação e a memória fraca do povo é um perigo
20:54 (57 minutos atrás)
Carlos
Ditadura X Democracia
O Golpe de 64 criou dois monstros: Um Regime de Exceção e Uma Democracia Tutelada. Essa "Democracia" que aí está não foi conquistada a ferro, fogo e luta. Foi uma concessão já prevista dentro de um Cronograma firmado entre os Interésses Estrangeiros e as Oligarquias Nacionais já antes de 1964. Os anos de exceção se prestaram prioritariamente a solapar as Lideranças Trabalhistas e Socialistas e oferecer desgaste ao seus militantes. Depois do desgaste e após a Morte Fisica das Lideranças (Brizola, Arraes...) surge uma Nova Esquerda que pretende ocupar o vazio deixado. Essa Nova Esquerda (PT/PSDB) também estava prevista no Cronograma, assim como essa "Democracia".
Sinceramente, essa Democracia Tutelada não me oferece muitos motivos pra lutar, nem tampouco voltar o cheirar gás lacrimogêneo. Uma Democracia comandada pelas Oligarquias; uma Democracia onde você vota num sujeito e elege outro; onde um senador pode ser empossado sem nunca ter passado por um referendo popular; uma Democracia administrada através de Medidas Provisórias; uma Democracia com um Legislativo podre e um Judiciário venal; uma Democracia de Mídia; uma Democracia de Maquinetas Eleitorais...bem acredito que após anos de desmandos e entreguismo o povo mereça coisa melhor. E quanto a "essa Democracia", é muito pouco para despertar meus ímpetos nacionalistas e lutar por ela.
Entre mais terroristas do que ditatoriais andam flutuando meus ímpetos ultimamente.
20:56 (56 minutos atrás)
Rodrigo Sobroza
stela, ops, dillma
nada tem contra os "mensaleiros".
ainda veremos dirceu ministro novamente.
merda, merda, 1000x merda!!!!!!!
21:03 (49 minutos atrás)
Zé
Se .....
......José Dirceu for ministro outra vez, vou me naturalizar Argentino !!!!
21:10 (42 minutos atrás)
Rogerio
Carne de abate
Carlos
Luto diariamente comigo mesmo, tentando achar alternativas melhores de definição do povo.
Esse resumo que fizeste é um dos melhores que li e é o supra-sumo do que vivemos.
Olhando com calma, o que vejo é uma população com os nervos à flor, com sua natureza gritando por algo mais digno, enquanto lhe empurram panos mornos e promessas. A frase mais representativa disso era do FHC, "nós não fizemos tudo, podemos fazer mais, mas continuamos tentando...".
Eu não sou um sujeito muito velho, estou beirando os 40, mas já vi tanta mudança nas relações das pessoas, nunca vi um povo ue se irrita tão fácil, que é tão sub-educado, tão cheio de modas, de futilidades, de falta de ambição, a não ser de enriquecer rapidamente, embora não conheça os meios e nem tem força de vontade de fazê-lo.
Quando vejo jovens, crianças com gestual de marrentos e marginais importados dos EUA, trajados de calças feitas apenas de fundilhos e quando saem numa foto, mostram apenas dois dedos, sejam simbolizando uma arma ou os cornos do capeta, quando alguém vai buscar o mais simples dos serviços fornecidos pelo governo, não obtém resposta adequada nem digna de sua vida de trabalho, quando vejo muita gente de bem morrendo nas estradas, porque oo acelerador é seu consolo e uma ultrapassagem arriscada é uma conquista... fico aturdido...
Resumindo... não tenho medo de mim, ás vezes tenho, mas me preocupo com a situação de frustração diária que o brasileiro que quer apenas passar os dias vive.
Temo pelo colapso... e tem dias que acho que ele vem vindo... e pior... será aproveitado pelos mesmos que estão no topo deste monte de m... mantido pelo sangue de tantos inocentes sem direção.
Bah tchê... falei hem... desculpe a todos.
21:35 (17 minutos atrás)
Carlos
Carne de Abate 2
É isso mesmo, Companheiro Rogério. Estamos formando o que chamo de "Geração de Cachorros que caem do Caminhão de Mudança". Estamos perdidos, sem referenciais nacionais e perdendo nossa Identidade. Chegamos a um tempo em que Honestidade é Burrice. O Povo anda irritado e com razão. Aqui no RIO você vive entre o Poder da Polícia, da Milícia e do Tráfico dependendo da localização geográfica e cujos limites estão cada vez menos definidos.
Não existem Lideranças! Tentam dar ao Lula esse rótulo, mas é fácil perceber no dia a dia que essa "Liderança" é artificialmente montada pela mídia. À gurizada faltam exemplos, modelos, arquétipos...falta aquele cara exemplar que faça o moleque dizer "quando crescer quero ser igual a ele". Ou melhor, até existem, mas os modelos não são nada bons e decentes, como podemos inferir pelo fato que originou este tópico.
Fonte:http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=71366&tid=5407471053931415360&na=1&nst=1
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Dançarinas e juristas
Há muitos fundamentos jurídicos pelos quais o escritor Cesare Battisti não deve ser extraditado. Estão postos no processo. Ao lado deles, no entanto, existem também inúmeras razões de senso comum que tornam sua causa boa e justa. Gostaria de compartilhá-las aqui.
Primeira razão: o refúgio concedido a Battisti foi um ato soberano do Estado brasileiro. Uma decisão política tomada pelo Ministro da Justiça e endossada pelo Presidente da República, autoridades competentes na matéria. Uma vez concedido o refúgio político, a questão em debate, seja ela qual for, transforma-se em questão de direitos humanos. É isso o que diz o direito internacional e foi o que afirmou a ONU, em documento enviado ao STF.
A segunda razão é que Cesare Battisti é provavelmente inocente das acusações de homicídio que lhe são feitas em um processo, no mínimo, muito esquisito. Usei o termo provavelmente porque não baseio minha afirmação em uma crença subjetiva, mas em fatos objetivos. Os atos da organização de esquerda a que pertencia foram praticados entre 1978 e 1979. Desbaratado o grupo e levados seus integrantes a julgamento, em 1981, Battisti não foi sequer acusado de homicídio ou de qualquer conduta violenta. Foi condenado, tão-somente, por participar de organização subversiva e por ações subversivas. Decisão transitada em julgado.
A terceira razão: o ato do Ministro da Justiça que concedeu refúgio político a Battisti é bem fundamentado e descreve, de maneira objetiva e incontestável – embora em linguagem gentil e diplomática – o que aconteceu na Itália nos anos de chumbo. Radicalismo de direita e de esquerda, acompanhado de reação brutal do Estado, com atos de truculência, legislação de exceção, prisões arbitrárias, maus-tratos e tortura. Muita tortura. Basta ler qualquer relatório da Anistia Internacional.
A quarta razão é que tudo sugere que Cesare Battisti foi vítima de uma armação. Como registrado acima, Battisti cumpria pena por participar de organização e de ações subversivas não violentas. Em 1981, evadiu-se da prisão e abrigou-se na França. Em 1982, após sua fuga, foi preso o líder da organização, Pietro Mutti. Tornou-se "arrependido" e, mediante delação premiada, acusou Battisti por homicídios dos quais ele próprio, Mutti, era acusado. Livrou-se com pena irrisória, após ter colocado toda a culpa no militante foragido. Em um segundo julgamento, Battisti foi condenado à revelia, sem jamais ter sequer se avistado com qualquer advogado que o defendesse. Sem surpresa, foi condenado à prisão perpétua. Trama simples. Culpado fabricado. Sem devido processo legal.
A quinta razão foi a reação da Itália a um gesto soberano e humanitário do Governo brasileiro. Aos gritos, dedo em riste, foram tantas as bravatas e grosserias que é impossível não sentir indignação cívica. Quando a França negou a extradição de Cesare Battisti, fizeram silêncio respeitoso. Mas, agora, um ex-Presidente da República e ex-Primeiro-Ministro italiano acusou o Ministro da Justiça do Brasil de "dizer umas cretinices"; e o Presidente Lula de "populista católico" e "cato-comunista". Outro líder italiano afirmou que o Brasil é conhecido "por suas dançarinas, não por seus juristas". Felizmente, temos as duas coisas. O Ministro da Defesa ameaçou acorrentar-se aos portões da Embaixada brasileira em Roma. A idéia é boa.
A sexta razão: os fatos pelos quais Cesare Battisti é acusado passaram-se há mais de 30 anos. No seu exílio, que incluiu quatorze anos na França, sob a proteção de François Miterrand, ele jamais se envolveu em qualquer ação anti-social. Pelo contrário, constituiu família, teve duas filhas, tornou-se um escritor reconhecido, publicado pela Editora Galimard. Mais de 300 intelectuais franceses pediram por ele ao Governo brasileiro. Em que serviria à causa da humanidade mandar esse homem para a prisão perpétua? Vingança política, e não justiça verdadeira, é o sentimento que move a perseguição retomada pelo Governo de Silvio Berlusconi.
Cesare Battisti é um homem afável, que fala italiano, francês e português fluentemente. Adora o Brasil. Foi vítima, aos vinte e poucos anos, da guerra fria e das ilusões oferecidas pelo comunismo. E, agora, virou troféu político da extrema direita italiana que se apossou do poder. É o prêmio de um embate ideológico fora de época. O filme é antigo e ruim. Não há razão para o Brasil fazer uma ponta nele. E como carrasco.
Fonte.Luis Roberto Barroso http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=86772
Primeira razão: o refúgio concedido a Battisti foi um ato soberano do Estado brasileiro. Uma decisão política tomada pelo Ministro da Justiça e endossada pelo Presidente da República, autoridades competentes na matéria. Uma vez concedido o refúgio político, a questão em debate, seja ela qual for, transforma-se em questão de direitos humanos. É isso o que diz o direito internacional e foi o que afirmou a ONU, em documento enviado ao STF.
A segunda razão é que Cesare Battisti é provavelmente inocente das acusações de homicídio que lhe são feitas em um processo, no mínimo, muito esquisito. Usei o termo provavelmente porque não baseio minha afirmação em uma crença subjetiva, mas em fatos objetivos. Os atos da organização de esquerda a que pertencia foram praticados entre 1978 e 1979. Desbaratado o grupo e levados seus integrantes a julgamento, em 1981, Battisti não foi sequer acusado de homicídio ou de qualquer conduta violenta. Foi condenado, tão-somente, por participar de organização subversiva e por ações subversivas. Decisão transitada em julgado.
A terceira razão: o ato do Ministro da Justiça que concedeu refúgio político a Battisti é bem fundamentado e descreve, de maneira objetiva e incontestável – embora em linguagem gentil e diplomática – o que aconteceu na Itália nos anos de chumbo. Radicalismo de direita e de esquerda, acompanhado de reação brutal do Estado, com atos de truculência, legislação de exceção, prisões arbitrárias, maus-tratos e tortura. Muita tortura. Basta ler qualquer relatório da Anistia Internacional.
A quarta razão é que tudo sugere que Cesare Battisti foi vítima de uma armação. Como registrado acima, Battisti cumpria pena por participar de organização e de ações subversivas não violentas. Em 1981, evadiu-se da prisão e abrigou-se na França. Em 1982, após sua fuga, foi preso o líder da organização, Pietro Mutti. Tornou-se "arrependido" e, mediante delação premiada, acusou Battisti por homicídios dos quais ele próprio, Mutti, era acusado. Livrou-se com pena irrisória, após ter colocado toda a culpa no militante foragido. Em um segundo julgamento, Battisti foi condenado à revelia, sem jamais ter sequer se avistado com qualquer advogado que o defendesse. Sem surpresa, foi condenado à prisão perpétua. Trama simples. Culpado fabricado. Sem devido processo legal.
A quinta razão foi a reação da Itália a um gesto soberano e humanitário do Governo brasileiro. Aos gritos, dedo em riste, foram tantas as bravatas e grosserias que é impossível não sentir indignação cívica. Quando a França negou a extradição de Cesare Battisti, fizeram silêncio respeitoso. Mas, agora, um ex-Presidente da República e ex-Primeiro-Ministro italiano acusou o Ministro da Justiça do Brasil de "dizer umas cretinices"; e o Presidente Lula de "populista católico" e "cato-comunista". Outro líder italiano afirmou que o Brasil é conhecido "por suas dançarinas, não por seus juristas". Felizmente, temos as duas coisas. O Ministro da Defesa ameaçou acorrentar-se aos portões da Embaixada brasileira em Roma. A idéia é boa.
A sexta razão: os fatos pelos quais Cesare Battisti é acusado passaram-se há mais de 30 anos. No seu exílio, que incluiu quatorze anos na França, sob a proteção de François Miterrand, ele jamais se envolveu em qualquer ação anti-social. Pelo contrário, constituiu família, teve duas filhas, tornou-se um escritor reconhecido, publicado pela Editora Galimard. Mais de 300 intelectuais franceses pediram por ele ao Governo brasileiro. Em que serviria à causa da humanidade mandar esse homem para a prisão perpétua? Vingança política, e não justiça verdadeira, é o sentimento que move a perseguição retomada pelo Governo de Silvio Berlusconi.
Cesare Battisti é um homem afável, que fala italiano, francês e português fluentemente. Adora o Brasil. Foi vítima, aos vinte e poucos anos, da guerra fria e das ilusões oferecidas pelo comunismo. E, agora, virou troféu político da extrema direita italiana que se apossou do poder. É o prêmio de um embate ideológico fora de época. O filme é antigo e ruim. Não há razão para o Brasil fazer uma ponta nele. E como carrasco.
Fonte.Luis Roberto Barroso http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=86772
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Voce é feliz!
Essa semana a Monica, que é budista atuante há anos e sempre está nos "alimentanto" com textos e orientações, me enviou um "PPS" muito legal que resolvi transcrever e postar aqui. Diz assim:
Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:
- "Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?"
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!
- "Não, o meu marido não me faz feliz"! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).
"Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz". E continuou: "O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.
As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
Peça apenas ao Universo/Deus/Espírito Maior que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.
Não reflita apenas. Mude! E seja feliz!
Fonte:http://www.budanaweb.com/2008/07/voc-feliz.html
Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:
- "Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?"
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!
- "Não, o meu marido não me faz feliz"! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).
"Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz". E continuou: "O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.
As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
Peça apenas ao Universo/Deus/Espírito Maior que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.
Não reflita apenas. Mude! E seja feliz!
Fonte:http://www.budanaweb.com/2008/07/voc-feliz.html
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Quando não importávamos lixo da China
Vejam que belos produtos a indústria nacional ( indústria 100% NACIONAL, faço questão de frisar; de CAPITAL 100% BRASILEIRO ) conseguia produzir, com o próprio esforço ( isto é, fabricando internamente, dentro do próprio País, o MÁXIMO de componentes possíveis ):
http://br.youtube.com/watch?v=1j7DwUDF7vw
Isso em 1960. Já vários anos ANTES, em 1953, a indústria nacional conseguia fabricar TVs com índice de nacionalização ( isto é, de peças fabricadas aqui ) de 75%!!!
E hoje???
As TVs "fabricadas" aqui, de "nacionais" tem só o NOME, o RÓTULO, o REGISTRO na Secretaria da Receita Federal. Porque, internamente, TODOS os componentes são de origem asiática. Que tal isso??? A indústria eletrônica brasileira praticamente ACABOU. Não fabrica mesmo de verdade mais NADA. As peças, até as mais oridinárias, como simples capacitores, vêm todas da ÁSIA. Nossas manufaturas viraram meras e ordinárias montadoras, "maquiladoras" como se diz no México.
As fábricas "brasileiras" hoje, só montam as peças que já vem prontas da Ásia. Os componentes não são mais fabricados aqui. É o Brasil perdendo tecnologia, empregos e tendo suas reservas cambiais sangradas com importações de coisas que podiam estar sendo fabricadas aqui!!!
E a indústria automotiva está indo pelo MESMO caminho, com as fábricas nacionais de peças sendo DESTRUÍDAS pela importação de auto-peças asiáticas.
REGREDIMOS em relação aos anos 50. Não avançamos, pioramos. Naquela época, agíamos em busca de autonomia. Hoje, contentamo-nos em ser colônia, em importar. Abrimos mão do direito de sermos auto-suficientes, em nome dessa mentira grotesca chamada "globalização."
ESSA é a obra legada pelos desgovernos que infelicitam o Brasil desde 1990!!!
A TV mostrada no vídeo foi fabricada em 1960. Foi restaurada e funciona perfeitamente. Alguém honestamente acredita que um maldito produto eletrônico chinês vai estar funcionando numa boa, vai ser possível de ser restaurado, daqui há 48 anos???
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=30279809&tid=5216301836187509547
http://br.youtube.com/watch?v=1j7DwUDF7vw
Isso em 1960. Já vários anos ANTES, em 1953, a indústria nacional conseguia fabricar TVs com índice de nacionalização ( isto é, de peças fabricadas aqui ) de 75%!!!
E hoje???
As TVs "fabricadas" aqui, de "nacionais" tem só o NOME, o RÓTULO, o REGISTRO na Secretaria da Receita Federal. Porque, internamente, TODOS os componentes são de origem asiática. Que tal isso??? A indústria eletrônica brasileira praticamente ACABOU. Não fabrica mesmo de verdade mais NADA. As peças, até as mais oridinárias, como simples capacitores, vêm todas da ÁSIA. Nossas manufaturas viraram meras e ordinárias montadoras, "maquiladoras" como se diz no México.
As fábricas "brasileiras" hoje, só montam as peças que já vem prontas da Ásia. Os componentes não são mais fabricados aqui. É o Brasil perdendo tecnologia, empregos e tendo suas reservas cambiais sangradas com importações de coisas que podiam estar sendo fabricadas aqui!!!
E a indústria automotiva está indo pelo MESMO caminho, com as fábricas nacionais de peças sendo DESTRUÍDAS pela importação de auto-peças asiáticas.
REGREDIMOS em relação aos anos 50. Não avançamos, pioramos. Naquela época, agíamos em busca de autonomia. Hoje, contentamo-nos em ser colônia, em importar. Abrimos mão do direito de sermos auto-suficientes, em nome dessa mentira grotesca chamada "globalização."
ESSA é a obra legada pelos desgovernos que infelicitam o Brasil desde 1990!!!
A TV mostrada no vídeo foi fabricada em 1960. Foi restaurada e funciona perfeitamente. Alguém honestamente acredita que um maldito produto eletrônico chinês vai estar funcionando numa boa, vai ser possível de ser restaurado, daqui há 48 anos???
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=30279809&tid=5216301836187509547
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Livro-bomba acusa FHC de ter servido a CIA
Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA, já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.
A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).Leia mais
A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).Leia mais
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