quarta-feira, 27 de junho de 2012
Impressoras são alvos de vírus
Como eu uso muito o computador (E impressora),
entendi ser de interesse geral a divulgação este artigo.
Impressoras são alvos de vírus
Nas últimas semanas um vírus de computador (ou melhor, um vírus de impressora)
tem feito à alegria dos vendedores de papeis.
O vírus, chamado Trojan. Milicenso envia grandes quantidades de documentos para
impressão até que todo o papel da impressora seja consumido.
De acordo com a Symantec, relatos de atuação
do vírus foram registrados nos EUA, Índia e América do Sul.
O vírus pode infectar máquinas Windows através de
anexos de e-mails ou sites contendo scripts maliciosos.
Durante a fase de infecção do vírus, um arquivo .spl é criado no diretório padrão de spool
do Windows (diretório onde ficam os arquivos a serem impressos).
Este arquivo é na verdade um executável (.exe) que fica monitorando o diretório de spool.
Quando o usuário manda um arquivo para impressão, o vírus intercepta a solicitação e
envia para a impressora vários trabalhos de impressão (caracteres malucos)
com o objetivo de esgotar o estoque de papel da bandeja.
Para mais informações sobre o vírus e comoremovê-lo, acesse:
http://bit.ly/MkMf6l
sexta-feira, 22 de junho de 2012
INSS pode modiificar pensão por morte
O governo tem um projeto pronto para reformar as regras das pensões por morte pagas pela Previdência Social. O objetivo do governo é fechar um gargalo que consome 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano, cerca de R$ 60 bilhões. A principal mudança pretendida é estabelecer um período mínimo, ou carência, de 12 meses de contribuição para que a pessoa tenha o direito de deixar uma pensão por morte ao dependente. Atualmente, esse prazo não existe - basta recolher um mês, apenas, ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) para que a viúva ou os dependentes do falecido recebam, por toda a vida, uma pensão.
Outra mudança em estudo envolve a limitação da pensão por morte, que não mais seria vitalícia. A ideia é exigir do beneficiado (viúvas ou dependentes) comprovações periódicas de que as pensões devem permanecer. As mudanças, no entanto, só funcionariam para concessões de benefícios que ocorrerem após a entrada em vigor da reforma, e, portanto, não atingiriam quem já recebe pensão por morte.
O projeto, preparado pelo Ministério da Previdência Social, já foi apresentado aos especialistas dos ministérios da Fazenda e da Casa Civil. Se efetivamente levar à frente o projeto, o governo Dilma Rousseff terá concluído reforma represada nos governos de Fernando Henrique Cardoso e de Luiz Inácio Lula da Silva. "Há um ambiente muito favorável, no governo e na sociedade, para implementar uma reforma nas regras para a pensão por morte", afirmou ao Valor o ministro de Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, ontem, de Natal (RN). Antes, pela manhã, ainda em Brasília, o ministro afirmara que as pensões por morte "são disponibilizadas de uma maneira injusta".
O INSS concede mais pensões por morte do que benefícios de aposentadoria por tempo de serviço. Nos 12 meses terminados em abril, a União emitiu quase 400 mil pensões por morte, ante pouco menos de 300 mil aposentadorias por tempo de contribuição. Do estoque total de benefícios, em abril de 2012, existiam 2,1 milhões de pensões por morte a mais do que aposentadorias por tempo de contribuição. As pensões por morte representam 23,4% do total dos benefícios emitido pelo INSS, ante 16,1% da aposentadoria por tempo de contribuição.
Em relação aos critérios de concessão de pensão por morte, a legislação brasileira é considerada "bondosa" pelos próprios técnicos do governo. "Mesmo que uma pessoa venha a falecer hoje, se alguém fizer uma contribuição em nome dela até o fim do mês, o dependente do falecido terá direito ao benefício", explicou Leonardo Rolim, secretário de Políticas de Previdência Social do ministério.
Para uma pessoa obter uma pensão por morte equivalente ao teto do INSS, hoje em R$ 3.916 por mês, ela precisa contribuir ao menos com 80% do teto (ou R$ 3.132) por mês, ao longo de 35 anos. A lei brasileira, entretanto, permite que a pessoa que contribuiu com o teto do INSS por apenas um mês, por exemplo, deixe uma pensão integral aos seus dependentes. "Isso é muito injusto, e o governo deve fazer alguma coisa. A hora é agora", disse o ministro Garibaldi Alves.
Segundo estudos do Ministério da Previdência, a França gastou 1,6% do PIB em 2010 com esse tipo de benefício. Na Alemanha, essa despesa chegou a 0,8% do PIB no mesmo ano. Existem modelos previdenciários semelhantes ao brasileiro apenas em países como a Índia, que, no entanto, gasta menos com as pensões do que o governo brasileiro. Em países como México e Portugal, as pensões por morte só são pagas após contribuições de no mínimo três anos. Na Suíça, a pessoa precisa contribuir dos 21 anos de idade até a morte para garantir ao dependente uma pensão integral.
Segundo o economista Marcelo Abi-Ramia Caetano, especialista em assuntos previdenciários do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o governo deveria, adicionalmente, restringir a acumulação de benefícios. "Nos Estados Unidos, o americano tem direito a apenas um benefício, e deve escolher qual deseja na eventualidade de um segundo", explicou. No Brasil, o beneficiário de uma pensão por morte também recebe aposentadoria no momento em que deixa o mercado de trabalho. "O governo paga duas vezes para a mesma pessoa", afirma Caetano.
Além disso, o especialista do Ipea afirma que o governo deveria impor regras mais rígidas às pensões por morte para filhos de militares, e também tornar a legislação previdenciária de servidores em lei ordinária - hoje, as regras para os servidores necessitam de emenda constitucional para serem alteradas. "Qualquer pequena reforma, natural num período longo de tempo, precisa ser feita na Constituição, algo muito complicado no Congresso", avalia Caetano.
A reforma pretendida pelo Ministério da Previdência Social deve ser feita por meio de projeto de lei, para alterações nas regras do INSS, e, caso contemplem servidores públicos, devem ser feitas por meio de emenda constitucional.
João Villaverde, Thiago Resende e Lucas Marchesini - De Brasília
Fonte: http://www.aasp.org.br/aasp/imprensa/clipping/cli_noticia.asp?idnot=12334
sábado, 9 de junho de 2012
Engenheiro devolve diploma
Roberto de Sousa Salles, Reitor da Universidade Federal Fluminense, comunico que enviei para você nesta data, 7 de maio de 2012, por Sedex (código para rastreamento SI375026628BR), o meu diploma de Engenheiro Industrial Metalúrgico outorgado por essa universidade, anexado a carta no seguinte teor:
Anexado à presente, devolvo a essa universidade, aos seus cuidados, o meu diploma de Engenheiro Industrial Metalúrgico outorgado por essa universidade. Esse diploma foi motivo de grande orgulho para mim, desde quando o conquistei e recebi, até o dia 4 de maio de 2012, quando essa universidade, sub sua regência, outorgou o título de Doutor Honoris Causa a Luiz Inácio “Lula” da Silva.
Não aceito ser bacharel por uma universidade que, por um lado, é tão rigorosa ao selecionar e diplomar seus alunos e, por outro lado, outorga alegremente o título de Doutor Honoris Causa a um indivíduo que ao longo de toda a sua vida pública tem demonstrado reiteradamente profundo desprezo pela educação formal.
Sem levar em conta aspectos éticos e políticos da história desse indivíduo, entendo que qualquer reitor de qualquer universidade que outorgar a ele qualquer título honorífico estará debochando de todos aqueles que concorreram a vagas, cursaram faculdades e se diplomaram nessa universidade. A Universidade Federal Fluminense praticou, sob a sua regência, um ato de vassalagem voluntária que denigre a história da universidade e diminui o mérito de todos que nela conquistaram algum título respeitando a educação formal e se dedicando ao estudo e à aquisição de conhecimento.
A História mostra que muitas pessoas e até mesmo povos inteiros já foram submetidos a vassalagem involuntária. A História mostra também que muitos resistiram e lutaram bravamente contra essa vassalagem involuntária e, independentemente do sucesso ou do fracasso dessa luta, o simples fato de terem resistido e lutado os honra. A grande maioria se acomodou e isso não constitui uma desonra – apenas faz parte da natureza humana. A verdadeira desonra é a vassalagem voluntária – que caracteriza uma minoria que ainda não entendeu e não representa a verdadeira natureza humana.
Preste vassalagem em seu próprio nome. Não envolva a universidade e o seus corpos docente e discente passados, presentes e futuros nos seus atos de vassalagem. Se quer se dar ao desfrute de espojar diante de quem quer que seja, tenha a coragem de fazê-lo em seu próprio nome, sem arrastar no chão a toga da Universidade Federal Fluminense.
Receba, senhor Reitor, o meu profundo pesar e a mais plena reprovação por esse ato.
República Federativa do Brasil, 7 de maio de 2012
Avelino Rui de Oliveira Taveiros, professor da Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda, é Engenheiro Industrial Metalúrgico formado na Décima Terceira Turma da UFF.
Fonte: http://blog.jornalpequeno.com.br/linhares/2012/05/12/engenheiro-devolve-diploma-a-uff-por-causa-do-doutor-lula/
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A Auto-revelação do mais novo ditador brasileiro!
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Posted by Prof. Washington Reis on junho 1, 2012
Publicado em 01/06/2012
Meu Irmão, Minha Irmã,
O ex-presidente Lula resolveu confirmar aquilo que eu vinha denunciando há anos em meus artigos e que alguns consideravam como pensamento equivocado: o fato de Lula e o PT quererem implementar uma ditadura nazi-fascista de cunho chavista no Brasil. Em entrevista ao apresentador Ratinho, do SBT, Lula fez a seguinte afirmação: “não permitirei que um tucano volte a presidir o Brasil”, numa clara ofensiva contra o PSDB, maior partido de oposição ao seu governo.
Na ocasião, o apresentador controlou as perguntas a serem feitas de modo bastante satisfatório ao entrevistado, afirmando inclusive que “aí começa todo mundo a mandar email com perguntinha besta, mas eu não entro nessa. Vou conversar com o meu amigo Lula” (negrito meu) e acrescentando que “se for pergunta boa eu faço. Pergunta ruim não faço”.
Aliás, a própria entrevista parece ter sido uma estratégia do SBT para “retribuir” a Lula o empréstimo de mais de dois bilhões de reais que seu governo concedeu ao falido banco Panamericano, de Silvio Santos. Parece que Lula não ficou satisfeito apenas com o fato de o jornalismo do SBT ter transformado a pedra jogada em José Serra (PSDB) durante a campanha presidencial de 2010 em “bolinha de papel”, como fizeram à época.
A entrevista serviu inclusive de palanque para alavancar a candidatura do petista Fernando Haddad, ex-ministro da Educação dos governos do PT, a prefeito de São Paulo. Não saindo dos 3% nas pesquisas de intenção de voto e sem o apoio de partidos aliados significativos, Haddad foi mostrado duas vezes durante a entrevista, convidado a sentar-se à mesa durante a entrevista e alvo de fartos elogios por parte de Lula e Ratinho. O ex-ministro, por sua vez, aproveitou-se da entrevista para enumerar as suas ações à frente do MEC e criticar a atual gestão da Prefeitura paulista. Sobre isso, eu espero que o PSDB paulista represente contra a emissora e contra os entrevistados junto à Justiça Eleitoral por propaganda eleitoral extemporânea, o que é previsto na Lei Eleitoral.
ISTO É OU NÃO CAMPANHA ELEITORAL ANTECIPADA???
Noutra ocasião, escrevi o artigo intitulado “O RIDÍCULO USO POLÍTICO DA DOENÇA DE LULA” – veja no link http://washingtonreis.pro.br/?p=746. A entrevista de hoje somada a coisas como a visita a Gianecchini só vem confirmar minha afirmação e a mostrar que o desejo de Lula é se colocar como o “Sassá Mutema” da política brasileira; coisa que, aliás, ele está longe de ser.
Fato é que Lula continua com a mesma (ou maior) arrogância, prepotência e auto-suficiência de sempre. Nem mesmo o câncer parece ter-lhe atribuído um pouco de humildade e reflexão sobre sua condição humana, continuando ele a crer que é uma espécie de semideus e que o Brasil só existe depois de 2003.
Os últimos acontecimentos mostram que ele acredita estar acima do bem e do mal, como a sua visita a vários ministros do STF na iminência do julgamento do Mensalão (um deles inclusive denunciando o teor nada republicano da conversa). Se as coisas prosseguirem no ritmo em que estão, em breve os cidadãos brasileiros terão de ser todos filiados ao PT e sair por aí dizendo “heil, Lula”, “ave, Lula” ou coisa que valha…
Mantenho, contudo, acesa a minha esperança, ao encontro da qual muito luto e lutarei sempre: VOCÊ, LULA, PAGARÁ O PREÇO DE SUA ARROGÂNCIA E AUTO-SUFICIÊNCIA NAS URNAS EM 2014. Quem viver verá!
Observo que faço a digitação bonitinha com separação de parágrafos e o devido espaço, mas, ao postar fica isso que os senhores estão vendo! E estou sem tempo para aprender como corrigir isso. Portanto, só me resta pedir que me desculpem pela sofrível formatação!
Fonte: http://washingtonreis.pro.br/?p=1753
PS. Vou reativar o post: a verdade sobre Lula! Mas já vou avisando o texto não é meu!
domingo, 20 de maio de 2012
Juiz e réu, um encontro extra-autos
Jorge Adelar Finatto*
Era quase meia-noite quando saí do consultório do dentista. Tinha viajado cerca de 500 quilômetros até Porto Alegre. Cheguei e fui direto para a consulta.
Na época, 1996, jurisdicionava a vara criminal da comarca de Santo Ângelo, na Região das Missões do Rio Grande do Sul, perto da Argentina. Os compromissos e a grande distância da capital faziam raras essas viagens.
O meu carro estava no estacionamento de um posto de gasolina, do outro lado da rua. Era preciso encher o tanque. Havia apenas um funcionário àquela hora tardia e ele veio me atender.
Enquanto o veículo abastecia, ele se aproximou e disse que me conhecia. Ah, sim?, de onde - perguntei-lhe.
- O senhor é o juiz que me julgou e me condenou no processo criminal em que fui réu.
Era tarde, uma noite fria de agosto, quase ninguém na rua. Eu não sabia o rumo que aquela conversa ia tomar. Não recordava daquele rosto, por mais que me esforçasse. O homem falava pausadamente.
Não sabia o que dizer, então falei:
- Mas então, como vai a vida? Vejo que estás trabalhando, isso é muito bom.
Impassível, ele limpava o vidro dianteiro. Continuou:
- Eu andava perdido, tinha problema com drogas, vieram os furtos. O senhor não se lembra de mim. Sabe por que eu não esqueci? Porque me tratou com respeito nas audiências, durante todo o processo. Me tratou com educação. Quando alguém começou a me agredir com palavras, mandou que ficassem calmos. Nunca vou esquecer.
Depois, paguei a gasolina, agradeci o serviço, desejei-lhe sucesso na vida e fui embora.
Este fato me impressionou pelo tipo de percepção que revela. O que mais marcou aquele indivíduo não foi tanto a condenação (talvez esperasse o resultado), mas a maneira como foi tratado no ambiente judicial.
A instrução de processos criminais costuma ser difícil e especialmente dolorosa para as vítimas.
O processo é instrumento de realização de justiça e, portanto, de humanização da sociedade. Nele não pode haver espaço para vingança, humilhação e maus-tratos. O que se busca é a aplicação da lei e dos princípios que movem o Direito, visando restaurar a ordem jurídica.
Nesse sentido, o respeito entre todos os envolvidos na relação processual é fundamental.
Para muitos dos que chegam ao Judiciário na condição de réus, em ações penais, a sala de audiência é a escola que faltou lá atrás, infelizmente. O dever mínimo do estado, em tal situação, é garantir um tratamento digno às pessoas, respeitando cada uma nas suas intransferíveis circunstâncias.
O modo como nos tratamos uns aos outros define o tipo de sociedade em que queremos viver e o país que estamos construindo.
O fato de sentir-se respeitado durante o andamento do processo talvez tenha contribuído para aquele homem refletir e mudar seu comportamento. É o que espero, do fundo do coração.
Fonte: http://magrs.net/?p=25353
terça-feira, 15 de maio de 2012
É Fato!
-Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afimar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
Ayn Rand(1905-1982)
Julio Severo: Forças armadas americanas desenvolvem chips espiõe...
Governo americano alega apenas querer benefícios de “saúde” com os nanosensores
“Nunca será o caso de o governo lhe apontar uma arma e dizer: ‘Você vai usar um chip de rastreamento’”, disse Katherine Albrecht, coautora, junto com Liz McIntyre, de “Spychips” (Chips Espiões), um livro que alerta para a ameaça à privacidade representada pela RFID, ou identificação de radiofrequência.
Bob Unruh
As forças armadas americanas querem implantar nanosensores nos soldados para monitorar sua saúde em futuros campos de batalha e responder imediatamente às suas necessidades, mas especialistas em privacidade alertam que o avanço é apenas mais um passo no caminho que levará à obrigatoriedade de chips para todos os cidadãos.
![]() |
| Chip |
“Sempre são passos gradativos. Se você colocar em uma pessoa um microchip que não a rastreia... todos dirão, ‘Ah vá’”, disse ela. “Será interessante ver aonde isso vai chegar”.
De acordo com repertagem da Mobiledia, a Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (conhecida pela sigla em inglês DARPA) confirmou planos de criar nanosensores para monitorar a saúde de soldados nos campos de batalha.
Os dispositivos também permitiriam informar dados aos médicos. Mas analistas de privacidade manifestaram a preocupação de que os implantes pudessem ser usados não apenas para monitorar a saúde, mas também para monitorar e possivelmente controlar as pessoas.
A DARPA descreve a tecnologia na qual está trabalhando como “uma inovação realmente prejudicial”, que iria diagnosticar e monitorar sinais vitais e “até liberar medicamentos na corrente sanguínea”.
De acordo com a LiveScience.com, “Resolver o problema das doenças poderia ter um impacto enorme no número de soldados prontos para lutar, porque, historicamente, um número muito maior morreu de doenças do que em combate”.
O relatório sugeriu que para as forças especiais, “a concretização prática de nanosensores capazes de monitorar múltiplos indicadores de estado fisiológico poderia ser uma inovação realmente prejudicial”.
O conceito de nanosensores capazes de diagnosticar doenças já está sendo pesquisado.
A DARPA espera lançar um segundo esforço focado em tratamentos ainda este ano.
Albrecht disse que a ação é outro passo no caminho de ter chips implantados em todas as pessoas, que poderiam muito bem monitorar a saúde, mas também outras áreas da vida.
Os microchips, diz ela, já são comuns em animais estimação em várias partes do país, e que a sua aceitação tornará mais fácil para exigir o mesmo para pessoas.
Continuem lendo a matéria clickando no link: http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/05/forcas-armadas-americanas-desenvolvem.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)
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